Londrina foi a primeira cidade de médio e grande porte do País a adotar um sistema de coleta diferenciada de resíduos e o sistema de compostagem, implantado pela Central de Tratamento de Resíduos neste ano.
  A segregação do lixo urbano foi implantado inicialmente no quadrilátero central. ‘‘Os londrinenses têm uma preocupação ambiental e a separação do lixo é um processo cultural’’, afirma André Nadai, diretor presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização
(CMTU).
  Ele comenta que a CMTU já realizou um exame gravimétrico nos resíduos para avaliar a quantidade de lixo orgânico, rejeitos e recicláveis presentes em cada caminhão coletor. ‘‘Nesse período, verificamos que as pessoas estão separando corretamente o lixo orgânico do rejeito. Apenas o que nos preocupou um pouco foi a presença de uma quantidade razoável de material reciclável misturado aos dejetos’’, analisa.   Todo o lixo orgânico está sendo encaminhado para a nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR) de Londrina, no Distrito de Maravilha. ‘‘Uma parte desse lixo vai para a vala e outra para os galpões de compostagem. Como esse processo de compostagem é piloto, está sendo acompanhado de perto pela prefeitura e pela UEL’’, explica Nadai.
  Para o próximo ano, a meta é finalizar as obras de ampliação da CTR, inclusive, com a construção de galpões para compostagem, além da própria usina. (M.F.)

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