Cobertura é bem maior na cidade
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quarta-feira, 09 de maio de 2001
Marcos Zanatta 
A iniciativa da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná de preservar áreas de mata nativa no perímetro urbano de Maringá rendeu à cidade sete parques. O projeto inicial previa o Parque do Ingá, o Bosque 2, o Horto Florestal e fundos de vale. Hoje, se juntam aos parques pioneiros as reservas do Borba Gato, o Alfredo Nyeffeler, o parques do Cinquentenário e do Sabiá, além da área reservada para o Jardim Botânico, que aguarda melhorias. São mais de 2,3 milhões de metros quadrados de área verde apenas em reservas de mata nativa.
A proposta agora é ampliar os parques abertos ao público. O secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente, Marino Elígio Gonçalves, acha que o primeiro a ser liberado será o viveiro municipal, na zona oeste da cidade. O viveiro tem condições de produzir todas as mudas que necessitamos. Possui um ambiente totalmente preservado inclusive com animais nativos e pode ser aberto ao público em breve, promete.
O município avalia outra área com reserva de mata nativa, próximo ao limite com Paiçandu, a menos de 10 quilômetros do centro da cidade, para um parque público. A terceira opção é a formação de um parque onde hoje está localizado o lixão, ao sul do município. O projeto é de longo prazo porque precisamos mudar o local de depósito de lixo e reconstituir o ecosistema da área, explica Gonçalves. Ele promete também reformar totalmente o Parque Gralha Azul, no Conjunto Ney Braga, que possui boa infra-estrutura mas está abandonado.


