Cliente-amigo? Ou amigo-cliente?
A família do micro-empresário Marcos Resende já não sabe mais se é um cliente do Arnaldo que virou amigo ou se é um amigo que é cliente da lanchonete do amigo. Ele e a esposa, Joes, apreciam os dogs desde que o Arnaldo começou a trabalhar na avenida JK. Eu voltava da faculdade e passava ali para comer junto com minha namorada. Depois que ele saiu da rua e montou a lanchonete, continuamos freqüentando até hoje. Eu o elogio porque sei que ele faria o mesmo comigo, celebra.
Ele diz que, além do sabor do lanche, sempre aprovou o atendimento prestado pelo amigo chapeiro. Outra qualidade é que a comida mantém sempre o mesmo padrão. Tanto elogio não poderia acabar em outra coisa: Hoje, já não sou mais cliente. Já é só amizade, porque a gente já se conhece há muito tempo.
Resende, que vem de uma tradicional família de açougueiros e toca sua casa de carnes há poucos metros da lanchonete do amigo, afirma que Arnaldo também virou seu cliente. (L.A.)





