A Sanepar, a Copel e a Brasil Telecom informaram que tem contado com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). As duas primeiras empresas têm buscado parcerias com a Sesp, no sentido de prevenir crimes e localizar receptadores.
Maria Arlete Rosa aponta que as circunstâncias de muitos furtos indicam que os crimes são praticados por grupos organizados, que têm conhecimento técnico. ''As unidades têm fiação elétrica grossa, industrial. Para arrancar os equipamentos, a pessoa tem que entender o funcionamento da estrutura'', explica a diretora.
Édson César aponta que, apesar de muitos furtos em unidades da Copel indicarem a ação de pessoas com conhecimento técnico, há ocorrências em que os ladrões não entendem do assunto. O que já provocou acidentes fatais. ''Certa vez, em Foz do Iguaçu, uma pessoa que entendia o funcionamento da rede cortou e roubou a fiação do lado que estava desligado. Esse ladrão deixou um pedaço solto, aí apareceu outro que não tinha conhecimento técnico, tentou roubar e morreu eletrocutado'', relata o assessor. (F.G.)

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