Cinemas e diversões eletrônicas
Fotos de Kraw PenasA pista de boliche do Shopping Curitiba é a mais moderna da cidade. A contagem de pontos é informatizada: um monitor informa o desempenho dos jogadores
A invasão dos cinemas e complexos de diversões eletrônicas é uma realidade na maioria dos shoppings. Os dois mais bem equipados neste segmento são o Crystal e o Curitiba. O primeiro tem cinco salas de cinema com um grande diferencial, o ar condicionado, característica que estranhamente parece ser considerada um luxo pelos administadores de outros cinemas da cidade. Outra exclusividade é o som digital. O Curitiba tem três salas de cinema já funcionando e mais três poderão receber o público a partir de março.
Os dois shoppings também têm lojas Playland, do grupo Playcenter, que apresentam as últimas novidades da informática e eletrônica a serviço da diversão. São os mais equipados da cidade, com jogos que atraem desde as crianças até os mais velhos. O Playland do Curitiba tem 90 máquinas, além de um boliche com ares cibernéticos (leia matéria na página seguinte). No Crystal, a oferta é um terço menor e o destaque fica para os jogos mais voltados ao público infantil.
O estudante José Luiz Neuwald é um dos maníacos por games que adotaram os fliperamas de shopping centers como endereço para a jogatina
Tanto o Crystal como o Curitiba estão oferecendo happy hours. No Crystal o serviço é oferecido, diariamente, na Alameda Night and Day (entrada pela Comendador Araújo), que funciona até 1 hora da manhã. A Happy Hour do Curitiba tem como palco a praça da alimentação, às terças e quartas, por enquanto.
O Novo Batel, o Água Verde e o Omar também atraem os partidários da jogatina eletrônica, com boas opções de jogos, emboram tenham menor quantidade e variedade de máquinas. No Novo Batel e no Água Verde, a rede Magic Games está presente. No Omar, existe o único salão de sinuca localizado dentro de um shopping center de tamanho maior na cidade, o London, que também oferece os games.
O entretenimento é uma boa razão para cativar pessoas a passar um pouco mais de tempo dentro do shopping e assim, consequentemente, aumentar o consumo das lojas. É também motivo para reunir um público mais jovem e recebê-lo como um futuro consumidor.





