Cidade tem superavit de empregos
O setor produtivo de Rolândia oferece mais vagas que o volume de mão de obra disponível na cidade. A nossa demanda é muito grande; não temos quem colocar nas vagas. Há falta de mão de obra para setores específicos, como a área de alimentação, por exemplo, afirma a gerente do Sistema Nacional de Empregos (Sine), Elice Tamboreli de Silvio.
Para se ter uma ideia, a Big Frango tem 4.500 funcionários, o que corresponde a 20% da população ocupada, mas a maior parte dos trabalhadores vem de cidades que se ficam até 50 ou 60 quilômetros de distância.
Para evitar que o trabalhador fique sem emprego por falta de Carteira de Trabalho e Previdência Social, a agência local do Sine adotou uma solução simples que reduz o tempo de emissão do documento de 45 a 60 dias para 15 a 20 dias no máximo. Um funcionário do órgão vai duas vezes por mês à Delegacia Regional do Trabalho em Londrina com toda a documentação necessária e ainda ajuda na tarefa burocrática.
A agência do Sine entrega cerca de 180 a 200 novas carteiras de trabalho por mês e atende pessoas de várias cidades da região.
Só está sem emprego em Rolândia o trabalhador que fez esta opção por conta própria ou a pessoa sem a devida qualificação para o mercado. A Prefeitura espera amenizar o problema com a construção de uma escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) na cidade ainda este ano. (E.A.)





