A história e o trabalho de milhares de pessoas formam Assaí. O que pensam elas sobre a cidade onde vivem? O que há de melhor? O que precisa melhorar? às vésperas do aniversário da cidade, a FOLHA fez essas perguntas para quatro assaienses, escolhidos aleatoriamente na avenida Rio de Janeiro, a mais movimentada da cidade.
  O comerciante Antônio Amaoka, 64 anos, faz um trabalho muito interessante, sem nada cobrar de ninguém. Para facilitar a vida de quem mora na zona rural, em locais onde correspondências não chegam, ele recebe em sua Agro Noka cartas de mais de 60 famílias. Guarda-as, organizadamente, em um armário. Os destinatários, quando vão à cidade, pegam a carta com o comerciante, que também facilita a vida de 19 assinantes da FOLHA que moram em sítios e fazendas de Assaí.
  Sobre a cidade, com seu jeito tímido, Amaoka simplifica. ‘‘Sou nascido e criado aqui. Acho que isso diz tudo. Gosto muito de Assa풒. Sobre o que poderia ser melhor, o comercianteresponde que ainda faltam oportunidade para os jovens. No mais, tudo vai bem.
  Do outro lado da rua, trabalha Marcia Suzuki, 27. Formada em Administração de Empresas, ela escolheu permanecer na cidade, dando continuidade à pastelaria que é negócio da família, fundada pelo seu avô. Na opinião de Márcia Assaí vai bem, apresenta crescimento, mas lamenta que ainda haja uma grande dependência de serviços de Londrina. ‘‘O importante é que continuemos a melhorar, como vem acontecendo’’, diz.
  A promotora de vendas Estela Maris Rosseto, 32, destaca o ponto positivo de ser uma cidade, pelo seu porte, que ainda permite muita solidariedade entre as pessoas. ‘‘Assaí é tranquila, sossegada. Há uma clima de união e amizade. As pessoas são solidárias. O único ponto negativo é não oferecer tantas oportunidades de emprego; mesmo assim, daqui não saio’’, destaca.
  Já o jatista de peças Claudinei Martins, 34, trabalhava como boia-fria nas lavouras do município e agora tem registro na carteira de trabalho em uma das indústrias da cidade. ‘‘Tudo agora vai bem’’, resume.

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