CENA
A vida é o exercício do caos, o eterno movimento. A morte, diferente de nossas impressões racionais, não é a destruição e sim a estagnação, a imobilidade. A ordem que rege os padrões imóveis do tapume de madeira conserva em sua textura a árvore que já foi um dia, como aquela postada à sua frente, que apesar da aparente imobilidade, cresce a cada segundo regida pela lógica selvagem da natureza. (André Amorim)





