Os índices de circulação crescem. O hábito da leitura idem. O alcance segue pelo mesmo caminho. Diante de tantas notícias, qual a novidade da vez, em se tratando da Folha de Londrina? Antecipando as emoções, revelamos: dia 13, próxima terça, a FOLHA comemora 59 anos de fundação.

Descrita na Wikipedia - a mais democrática das enciclopédias do mundo virtual - como ''um jornal de impressão diária fundado na cidade de Londrina, em 1948, por João Milanez'', a FOLHA, que também tem comunidade no Orkut, desperta o interesse de leitura em um sem fim de pessoas, das mais variadas idades. Do café-da-manhã de uma família, passando pelas salas de aula e escritórios, descobrimos: o ''Jornal do Paraná'' é ''o mais pop do Estado'' e centraliza os comentários nas filas do supermercados. De quebra, recheia os acervos pessoais, convertendo-se em hemeroteca.

Preferência de rainha
''Desde que me conheço por gente tenho contato com a FOLHA''. A autora da frase atende pelo nome de Marina Vargas Fonseca, tem 18 anos e ostenta, em sua trajetória, entre outras faixas, o título de Rainha da Exposição, em 2005. Ok, mais uma beldade que aparece nas colunas sociais? Nada disso.

Marina, hoje acadêmica de Direito, que já deu seu depoimento em nosso ''Coração de Estudante'' e o ar da graça nos cadernos Cidades e Folha da Sexta, não dispensa, aos domingos, dar o seu ''confere'' completo nas matérias de comportamento que encorpam o caderno Especial. ''Gosto de tudo que a FOLHA traz. Em especial das matérias com temáticas jovens''.

Afeita às notícias mais longas, Marina mantém a sede pela leitura. ''Adquiri o hábito antes de prestar vestibular e hoje vejo que essa minha busca valeu a pena. Além de muitas das notícias serem alvo de leitura e discussão, em sala de aula, percebo, a cada dia, a FOLHA em sintonia com os jovens: noticia o fato cotidiano e conjuga, também, temas que fogem do usual, do lugar-comum'', afirma.

Entre os exemplos recentes, envolvendo a faculdade, Marina cita a FOLHA como uma de suas fontes de busca. ''Tudo o que envolve o universo do Direito das mulheres me atrai. Adoro! Em meu recente trabalho, recorri aos arquivos'', revela a moçoila que, de pronto, aceitou o convite da reportagem para conhecer o Parque Gráfico da FOLHA, duas semanas atrás.

O sucesso da moça da capa
Sábado, noite de 21 de abril de 2007. Aos 17 anos, a estudante Bárbara Daher Abu-Jamra não entendia porque, em pleno supermercado, todos os olhares recaíam sobre ela. ''Foi muito engraçado. As pessoas me olhavam com simpatia, sorrindo, e eu não captava a razão. Foi então que meu namorado veio com a notícia esclarecedora: eu estava na capa da FOLHA de domingo!'' que, para conforto dos leitores, fica disponível a partir da noite de sábado.

Legítima campeã de acessos e olhares, no domingo em questão, Bárbara contou sua história em matéria referente ao ''bullying'', a humilhação verbal da língua afiada e sua superação. Além de dar o exemplo - a outrora tida como ''patinho feio'' virou um belo cisne -, Bárbara encantou. ''Sair na capa do jornal mais pop do Estado teve vários efeitos. Primeiramente, confesso: me senti uma celebridade! A FOLHA tem penetração em todas as camadas sociais: perdi a conta de quantas pessoas me abordaram. E o melhor: não se tratava apenas de oba-oba em cima do assunto, as pessoas leram a matéria e muitas se identificaram com o que eu disse'', relembra Bárbara.

Entre as reações e a identificação de um público heterogêneo, em relação à FOLHA, Bárbara - que também recebeu, via Orkut, uma centena de recados (scraps) aludindo à matéria -, cita outras cidades. ''A matéria foi vista em todos os cantos do Paraná. Naquela manhã, atendi telefonemas de familiares e amigos de Jacarezinho, Curitiba... E o mais interessante: pessoas com quem eu nunca havia falado ou nem conhecia puxaram conversa comigo. Eu era a moça da capa''.

Diante de tamanha repercussão, Bárbara, hoje cursando a faculdade, contou com a compreensão do namorado. ''Se eu disser que não pintou um ciuminho seria mentira. Naquele domingo, para fechar o dia, fomos ao cinema. Resultado: todo mundo vinha me cumprimentar pela reportagem, o assédio dos amigos foi grande. Mas, em se tratando de uma repercussão tão positiva, ele foi mais que paciente'', fala, aos risos.

Até na Espanha
Acostumada a comparecer, aos 14 anos, aos principais encontros sociais da cidade, a hoje advogada Manuela Balarotti Alho da Silva começou a folhear as páginas da FOLHA em 1996. ''Meu interesse pela FOLHA, a princípio, envolvia sua parte de maior glamour: a coluna social. Com o passar do tempo e meu amadurecimento, fui me interessando pelas demais seções do jornal''.

A constar: sempre aluna aplicada, Manuela chegou, em 1999, à fase pré-vestibular mais do que em sintonia com a FOLHA. ''A FOLHA me deu muito auxílio, pois, à época em que estudava para o vestibular, percebia como o jornal me deixava a par dos acontecimentos locais e mundiais e, principalmente, abria minha cabeça para um mundo de informações''.

Uma década depois, Manuela, aos 25 anos, hoje advogada que atua nas áreas empresarial, tributária e cível, considera a FOLHA essencial. ''É uma leitura consistente que, ao mesmo tempo, me relaxa. Se pudesse rotular o jornal, nesses 59 anos, certamente minha melhor definição seria a palavra dinamismo''.

Algumas vezes reportada nas páginas da FOLHA, Manuela elenca o fator-surpresa como outra das vantagens. ''É instantâneo. As pessoas ligam ou encontram você, logo pela manhã, e perguntam: já se viu na FOLHA?''.

A resposta? ''Geralmente sim. Tenho o costume de ler a FOLHA logo pela manhã, em casa, pois já saio preparada - e informada - para mais um dia de trabalho'', revela Manuela, que viajou no último dia 5 para a Espanha, para conferir o lançamento de um livro na seara jurídica. Na estada na terra das touradas, o conteúdo da FOLHA via Bonde (www.bonde.com.br/folhadelondrina) é parada certa.

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