O Partido Verde (PV) chegou a firmar um acordo com o PPS, mas um desentendimento entre os dirigentes levou o PV a lançar a candidatura do jornalista e escritor Alfredo Sirkis à Presidência. Na corrida à Presidência da República figura ainda a dona de casa Thereza Ruiz, que está disputando a Presidência da República pelo Partido Trabalhista Nacional (PTN), que ajudou a organizar em 1994. Na condição de secretária-geral do partido, ela herdou a candidatura depois que o presidente do PTN, Dorival de Abreu, preferiu disputar uma cadeira de deputado federal por São Paulo.
O médico-cardiologista Enéas Carneiro (Prona) é o mais popular candidato dos partidos ‘‘nanicos’’ - ou emergentes, como seus dirigentes preferem chamá-los. Ele disputa a Presidência da República pela terceira vez. Na última eleição teve 4,6 milhões de votos. Neste pleito, Enéas espera melhorar seu desempenho defendendo a fabricação da bomba atômica brasileira.
Aos 82 anos, o professor Vasco de Azevedo Neto, do Partido da Solidariedade Nacional (PSN), é o mais velho dos candidatos à Presidência. Ele estava afastado da política depois de ter sido deputado federal por vários mandados consecutivos. O PSN é um partido apoiado na filosofia cristã, assim como o PSDC (Partido da Social Democracia Cristã), que tem como candidato à Presidência o ex-deputado federal por São Paulo José Maria Eymael, e o Partido Social Cristão (PSC), representado na disputa pelo ex-superintendente do INSS em São Paulo Sérgio Bueno.
O cargo de presidente da República está sendo disputado ainda pelo brigadeiro Ivan Frota, que também teve problemas para manter sua candidatura. Uma ala do Partido de Mobilização Nacional (PMN) tentou tirá-lo da disputa por divergências quanto ao financiamento da campanha. O candidato a vice na chapa, João Ferreira da Silva, chegou a apresentar pedido de renúncia ao TSE motivando o apoio a Lula parte da direção do partido. Mas as divergências foram resolvidas e a chapa recomposta.
O metalúrgico José Maria de Almeida disputa o cargo pelo PSTU, partido que quis marcar sua posição na disputa presidencial com uma candidatura própria. O PTdoB tem como candidato o jornalista João de Deus, que enfrentou a direção do partido para viabilizar sua candidatura. Outros dois candidatos chegaram a requerer o registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas não tiveram o pedido homologado: o candidato do PRP (Partido Republicano Progressista), Osvaldo de Oliveira, que renunciou, e Collor, que teve a candidatura impugnada pelo TSE.

mockup