A caminhada pela trilha ‘‘mais selvagem’’, inclui um longo trecho sobre as pedras escorregadias que margeiam o Rio Mourão e outro trecho sobre a tubulação que leva a água do reservatório até as turbinas da hidrelétrica. A trilha preservada conta também com um buraco de cerca de 2 metros de profundidade por 4 de largura, que só é vencido através de cabos de aço suspensos. Nenhum visitante, porém, entra no local sem o acompanhamento de um funcionário do IAP. Além de cuidados, ele recebe orientação ecológica.
Nova usinaQuando a Usina Mourão I foi construída, nos anos 60, havia o projeto para uma segunda hidrelétrica. Hoje, passados 33 anos, a Copel ainda não descarta a obra. É que Campo Mourão está entre os 20 locais do Estado em que a companhia tem estudo nesse sentido. É viável uma nova usina no Rio Mourão. Ela seria de pequeno porte, com uma produção de 13 megawatts (5 a mais que a hidrelétrica atual), e integraria o sistema hidrelétrico do Estado. Se aprovada, a nova usina será construída a poucos quilômetros da Mourão I. (S.S.)

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