Wax Poetic 1
Um som dançante, psicodélico e diverso saiu das caixas do Jokers Pub na última sexta-feira, quando se apresentou no bar o Wax Poetic, banda estadunidense que ficou conhecida por tocar com Norah Jones. No set list constavam 11 canções. Mas, com duas horas de apresentação, eles acabaram tocando bem mais. As músicas eram longas e cheias de improvisos (no melhor estilo jam session), e o grau de maluquice do pernambucano Otto ajudava a espichar o tempo das canções. O cara viaja um bocado...

Wax Poetic 2
Além de Otto, outros convidados brasileiros foram o guitarrista Gabriel Musak (ex-BNegão) e o baixista Bubu (Los Hermanos e Do Amor). Durante o show, dois atores do filme ‘’400 contra 1’’, que está sendo rodado em Curitiba, subiram ao palco para fazer um hip hop de improviso.

De inverno
Entre os festivais de música independente confirmados para este ano em Curitiba, o Rock de Inverno acaba de confirmar suas datas: 24 e 25 de julho. As bandas interessadas em tocar no evento devem entrar em contato com a produção através do e-mail [email protected].

Wandula Trio
Com uma formação mais compacta (por sinal, a mesma que se apresentou no Festival de Música Étnica, há um mês), o grupo Wandula anunciou uma turnê pela Suíça. Entre 25 de fevereiro e 6 de março, Edith De Camargo, Marcelo Torrone e Felipe Ayres realizam seis apresentações na terra do foundue. Quem tiver amigos ou parentes por lá, favor recomendar. Mais detalhes no site deles: www.wandula.com.

Deu no NME 1
Há exatamente um mês, um artista curitibano ganhou uma insólita e curiosa resenha no semanário britânico New Musical Express (o famoso NME). Foi a dupla Je Rêve De Toi, que teve um show resenhado por um colaborador brasileiro -André Vinicius Garcia, que estava de passagem pela terra dos pinheirais. A apresentação ocorreu nos últimos dias de 2008, em uma tarde com clima de reunião de amigos no quintal da casa de Debora Queirolo (parente da tradicional família circense), local que na revista foi citado como De’s Backyard (as esquisitices já começam por aí).

Deu no NME 2
‘’Primitivo’’, ‘’nervoso’’, ‘’venenoso’’ e ‘’canções intrigantemente esquisitas tocadas com elegância’’ foram alguns dos termos utilizados para definir a eletrônica freak do duo, que se apresentava em um ambiente que mais parecia uma floresta particular, enfeitada com estátuas divertidas que outrora faziam parte da decoração de um circo. A resenha termina com uma ambientação daquele show sui generis: ‘’vendo Constance tocando violino como um banjo e DW cantando da forma mais estranha possível, fica claro que eles têm muito mais alegria do que nós’’.

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