Luciana Lana, gerente de marketing da Associação Brasileira de Shopping Centers, afirma que o setor está longe da saturação. ''O Brasil ainda tem muitas possibilidades. Antes, faltavam recursos, mas agora há investimentos do capital externo e os reflexos de processos de abertura de capital'', argumenta.
A gerente explica que a instalação de empreendimentos em cidades vizinhas às capitais e o perfil desses estabelecimentos variam muito. ''Esse movimento pode ocorrer pelo desenvolvimento das cidades vizinhas, o que dá oportunidade para que o público desses municípios não precise se deslocar tanto. São José dos Pinhais, por exemplo, se tornou um grande pólo industrial. Existem casos parecidos, como o de Macaé (RJ), onde devido à exploração do petróleo se formou um bolsão de riqueza''. (F.G.)

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