Bons exemplos de união pela educação
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
Redação FolhaWeb 
A educação vem ganhando raízes consistentes em Assaí. Além do poder público, setores da sociedade, como as igrejas católica e evangélica, investem para que o ensino tenha mais qualidade. A FOLHA visitou duas interessantes iniciativas de educação infantil que funcionam no município. Crianças sorridentes, com alimentação controlada por nutricionista e começando a caminhar rumo à alfabetização formam os cenários encontrados.
O Instituto Santa Paula, mantido por padres da Congregação Sagrada Família, coordena três centros de educação em Assaí: o Criança Feliz, para alunos do berçário até três anos, o Oásis Santa Paula, que acolhe crianças de três a cinco anos e uma escola de ensino fundamental que tem o Rotary Club da cidade como parceiro. No total, são mais de 300 crianças atendidas pelo Instituto.
Italiano de Bérgamo, o padre Fiorenzo Longhi, há 17 anos trabalhando no Brasil, é o diretor do Instituto. Ele explica que a prefeitura paga o aluguel do prédio onde funciona o Oásis Santa Paula e o salário de parte dos professores. O restante vem da generosidade das pessoas de Assaí, conforme comenta o padre. Promoções feitas pela igreja, como festivais de prêmios e bazares, garantem os recursos; que chegam também de algumas famílias italianas que contribuem com as crianças assaienses.
Contudo, sempre estamos precisando de algo mais. As doações não são suficientes. O que nos ajudou muito foi um recente bazar com produtos apreendidos pela Receita Federal, diz o padre. No entanto, apesar da necessidade de mais recursos, a boa administração do que já existe garante qualidade. Nada falta às crianças.
A qualidade é colocada sempre em primeiro lugar. Primamos por ter poucas crianças em cada sala, para que as professoras possam fazer um bom trabalho, comenta o padre. No início, nossa intenção era atender somente crianças pobres. Hoje, pessoas de todas as classes sociais querem vaga conosco para seus filhos, complementa a diretora de educação infantil, Silvana Miranda Valentim.
Leia a reportagem completa de Wilham Santin, especial para a FOLHA, em conteúdo exclusivo para assinantes.
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