Além de Widson Schwartz (ver nesta edição), também ‘‘descobri’’ e chamei pra trabalhar comigo no Deparamento Regional da Folha de Londrina o Joel Santos Guimarães, um dos melhores repórteres que a Folha já teve. Aprendeu o bê-a-bá da profissão comigo.
Ambos, Widson e Joel, tinham já as condições sem as quais não se faz um jornalista. Eles acabariam sendo ‘‘do ramo’’ mesmo se nunca tivessem trabalhado comigo. Joel foi correspondente da ‘‘Folha de S. Paulo’’ em Cianorte e Umuarama, enquanto trabalhava para a Folha de Londrina. Ainda em Umuarama passou a ser correspondente de ‘‘O Globo’’. Há anos trabalha em São Paulo, na sucursal do Globo, onde atualmente é chefe de reportagem.
Quando fui chefe de reportagem regional (naquele tempo não existia a função específica de editor no jornal, como há hoje na nomenclatura da Redação), foram instaladas todas as sucursais da Folha de Londrina no Paraná, e em Mato Grosso, ainda um Estado único. Já existia a sucursal de Curitiba.
Instalamos as sucursais de Maringá, Paranavaí, Campo Mourão, Cianorte, Umuarama, Cascavel, Foz do Iguaçu, Cornélio Procópio, Santo Antônio da Platina, Ponta Grosssa, Francisco Beltrão, Campo Grande, Dourados e Cuiabá.
Eu disse ‘‘instalamos’’, porque participei dessa expansão, mas havia outras pessoas até mais envolvidas, lideradas por João Milanez: Álvaro Grotti (gerente geral), Alexandre Rocha Filho, o Mineiro, e Estélio Feldmann (responsáveis pela Circulação; Estélio já era o editorialista do jornal); Giovanni Galletto (ver nesta edição), Cláudio Bender (gerente de sucursais) e Nelmi Bandeira (gerente de Recursos Humanos).
As sucursais da Folha cobriam (cobrem ainda: embora hoje sejam em menor número, conta-se com mais rapidez de comunicação e maior tecnologia) todas as regiões do Paraná e do Mato Grosso. (J.O.)

mockup