Entre as propostas também está a criação de uma linha suspensa de metrô ao longo do canteiro central da Avenida Comendador Franco, conhecida como Avenida das Torres. A linha partiria das proximidades da Rodoferroviária e chegaria até o município vizinho de São José dos Pinhais, terminando no Aeroporto Afonso Pena. No ponto de partida também seria criado um estacionamento para os passageiros guardarem os carros antes de se dirigirem ao aeroporto.
De acordo com o arquiteto Waldeny Fiuza, o objetivo é agilizar o deslocamento dos curitibanos até o Afonso Pena e atrair para o centro da cidade as pessoas em trânsito. ''A tendência é que se torne um aeroporto de conexões e o fluxo vai aumentar bastante. Queremos levar esse público para o centro da cidade o mais rápido possível para que ele passe mais tempo aqui do que no aeroporto'', justifica. Outra solução que diz respeito ao trânsito de pessoas é a criação de um segundo nível subterrâneo aproveitando as obras do futuro metrô de Curitiba. O outro nível seria mais uma opção de caminho para os carros.
Para a região central da cidade um dos grupos propõe a revitalização da Praça Santos Andrade com um redesenho que traria de volta o projeto original, com árvores mais baixas. ''Seria uma forma de valorizar o patrimônio histórico presente ali, que são o prédio histórico da Universidade Federal do Paraná e o Teatro Guaíra'', explica a coordenadora Elaine Zanon. O projeto sugere, ainda, a criação de um estacionamento sob a praça e a instalação de uma estação de metrô no prédio onde funcionava a agência dos Correios.
O Passeio Público também está entre as preocupações dos arquitetos e estudantes. A idéia é criar ali um Centro de Educação Ambiental e promover a reintegração do rio Belém. Já para a região do bairro Rebouças, a proposta é a construção de um complexo desportivo. ''É uma região com muito espaço ocupado por antigas indústrias que seria transformado visando a Olimpíada de 2016'', conta a coordenadora. (D.R.)

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