Atividade nasceu nos EUA e se popularizou no Japão
A palavra ''cosplay'' vem do inglês de ''costume play'', traduzido livremente como ''atuação com trajes''. E a idéia é exatamente essa: a de utilizar roupas estilizadas para interpretar personagens famosos de quadrinhos, animações ou videogames.
A atividade teve início com os fãs de Star Trek (Jornada nas Estrelas) e Star Wars imitando roupas, gestos e até mesmo diálogos dos filmes como prova de adoração nerd. A prática ganhou adeptos em países da Europa e acabou se transformando em mania no Japão, onde alguns garantem ter realmente começado, antes mesmo dos norte-americanos.
A premissa básica do cosplayer é confeccionar sua própria roupa, às vezes com a ajuda de artesãos, para utilizá-la em sua interpretação. A prática ganhou competições para julgar as encarnações mais fiéis, como o World Cosplay Summit, que consagrou a internacionalmente conhecida italiana Francesca Dani, e também já premiou a dupla brasileira Maurício e Mônica Somenzari, pelo cosplay de Angel Sanctuary, no ano passado.
No Brasil, a editora JBC, em parceria com a tevê japonesa Aichi, realiza etapas nacionais do concurso. A Yamato Comunicação e Eventos, especializada em animações japonesas, também costuma fazer seleções para o Anime Friends, um dos maiores eventos de animação da América Latina.
Em Curitiba, não há evento fixo e o pessoal costuma se encontrar em festivais japoneses, como o Hana Matsuri, que acontece no começo de abril. No próximo sábado, alguns adeptos devem participar do Neko2, evento de animação que acontece na UnicenP, no bloco Vermelho, que fica na rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300, no Campo Comprido. Quiz sobre o assunto, estandes, brindes e exibições de desenhos acontecem das 13 às 17h30, com entrada a R$ 2. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://neko2.animexd.net. (C.Y.)





