O pedreiro Gilson Ribeiro da Silva não precisa se deslocar até um consultório para receber atendimento odontológico. No próprio local que trabalha uma unidade móvel de saúde do Sinduscon vai para realizar exames e consultas gratuitas aos funcionários da Doria Construções Civis. Isso é feito durante o horário de trabalho. ‘‘É muito bom. Fica mais fácil pra gente’’, conta Silva. Além disso, os funcionários da empresa ainda recebem café da manhã, almoço e podem realizar demais atendimentos de saúde na sede do Seconci durante o expediente.
  O odontologista que presta os atendimentos, André Luiz Villatore Assef, atende todos os pedreiros da obra. ‘‘O preço do tratamento e a falta de tempo afasta o funcionário dos consultórios. O trabalho feito na unidade móvel é importante para eles’’, explica.
  Atualmente a Doria possui 480 funcionários, número que atende as necessidades da empresa. ‘‘A falta de profissionais já esteve mais crítica, como no final do ano passado’’, diz Maira Andrea Doria Mattana, diretora da construtora. Porém, em breve eles irão precisar de mais mão-de-obra qualificada pois novos projetos serão executados.
  Ultimamente a procura por profissionais da construção civil está acirrada. Em uma emissora de rádio, uma construtora que acaba de iniciar suas atividades em Curitiba anunciou que está contratando aproximadamente 400 pessoas para atuar no setor. Funcionários da Laguna já foram sondados para trabalhar na concorrente. (D.C.)

mockup