Área social ganha ações efetivas
Na área social, a Prefeitura substituiu o atendimento assistencialista e paliativo por ações efetivas de ajuda e promoção humana. Embora tenha priorizado o atendimento às crianças e adolescentes carentes, o prefeito Fernando Scavanaca não descuidou do restante. Neste setor, a própria mobilização comunitária foi o mais eficiente recursos para driblar a falta de dinheiro e garantir resultados.
Racionalizando verbas, colocando em prática projetos simples mas de grande alcance e envolvendo a comunidade, a prefeitura conseguiu ampliar o atendimento às entidades. Em dois anos, o número delas subiu de 27 para 36. O volume de verbas repassadas pulou de R$ 35,1 mil para R$ 50,1 mil mensais. São 18 creches, duas construídas na atual gestão, que atendem cerca de 1.580 crianças. Outras 15 instituições atendem cerca de 2.370 pessoas.
O trabalho envolve a comunidade, que já doou 50 mil quilos de alimentos, além de roupas, móveis, remédios e outros utensílios, repassados às entidades e famílias pobres. O Provopar, presidido pela primeira dama Lisbeth Scanavaca, e a Secretaria do Bem Estar Social, comandada pela assistente social Ana Laura Carvalho Rosa, coordenam as campanhas.
O Projeto Amizade, da Secretaria do Bem Estar Social, atende mais de 2 mil crianças e adolescentes. A proposta é oferecer educação, lazer, descobrir talentos, despertar vocação profissional e preparar para o mercado de trabalho crianças e adolescentes que costumam ficar nas ruas. O projeto mobiliza toda a estrutura comunitária e esportiva da prefeitura e surgiu da necessidade de atacar na raiz o problema da marginalização dos adolescentes. Aos poucos foram sendo implantadas escolinhas.
No esporte, funcionam escolinhas de futebol masculino e feminino, xadrez, dama, capoeira, atletismo, tae-kwon-do, dança, vôlei e aulas de espanhol. São mais de 200 atletas. Na Associação dos Engraxates, os meninos recebem uniforme, material, alimentação, informações básicas sobre higiene e comportamento. No Projeto Artesanato em Argila, outro grupo de meninos aprende a esculpir o barro. Na Associação do Pequeno Trabalhador, garotos aprendem ofícios.
O projeto ganha força na medida em que começa a funcionar em sedes próprias. Uma dessas unidades de atendimento foi inaugurada durante os festejos de aniversário. Vão funcionar no prédio comunitário da Associação de Moradores da Praça Sete de Setembro. O local tem cozinha, banheiros, salas para secretaria, mini-biblioteca, serigrafia, estrutura para reforço escolar, atividades educativas, recreativas e esportivas (capoeira, dança e tae-kown-do). Os alunos dispõem ainda uma quadra de vôlei de areia.
Observamos que a maioria das crianças pobres acima de 7 anos tem carência de informação, ocupação e até mesmo de atenção e compreensão. Qualquer ação que supra essas necessidades dão bons resultados, diz a secretaria do Bem Estar Social, Ana Laura Carvalho Rosa. Meninas e meninos que por falta de apoio e estrutura familiar abandonavam a escola e iam para as ruas e para a marginalidade, agora estão se revelando atletas, bons alunos e futuros trabalhadores, afirma.





