Apesar de ser uma forma de expressão consentida, fruto de um acordo entre o autor da obra e o dono do muro, a grafitagem é proibida. Segundo a Prefeitura de Curitiba, não existe licença para grafitar, porém segundo sua assessoria de comunicação, existe uma tolerância da fiscalização da Secretaria de Urbanismo quando o grafite não tem apelo comercial.
Há dez anos nessa área, o grafiteiro Juliano Fitah, conhecido como Batoré, nunca se deparou com nenhum tipo de cerceamento à sua atividade. Contratado para diversos trabalhos comerciais, ele já fez interior de lojas, fliperamas e outros estabelecimentos, inclusive na fachada. ''Hoje o comércio tá abraçando o grafite'', avalia ele, que recentemente fez o cenário para um book de moda em Salvador. (A.A.)

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