Alunos da rede pública visitam a feira
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segunda-feira, 09 de abril de 2012
Rafael Fantin - Equipe Bonde 
O Parque Governador Ney Braga recebe, a partir de hoje, a visita de alunos da rede pública de ensino que vão ter a oportunidade de conhecer a ExpoLondrina, o Museu da Sociedade Rural do Paraná (SRP) e a tradicional Via Rural, mais conhecida como Fazendinha.
Segundo a SRP, 225 escolas e entidades vão visitar a exposição até sexta-feira. Além dos alunos da rede pública, mais 10 mil pessoas estão com visitas agendadas, entre elas idosos e integrantes de projetos sociais.
O agrônomo da Emater, Gilberto São João, considera importante a presença dos estudantes para diminuir a distância que existe, atualmente, entre o meio urbano e o rural. "Algumas coisas, a criança não consegue aprender dentro da sala de aula na teoria. Por isso é fundamental vivenciar na prática o conteúdo", avalia.
Ele lembrou que o objetivo da Fazendinha é educacional e serve de aprendizado até para os professores. "Cada setor tem uma pessoa responsável que explica para os visitantes como funciona a produção e os cuidados em cada área. O professor tem a oportunidade de utilizar a Via Rural como um instrumento de ensino", argumenta
Entre os pontos da Fazendinha, o estande do ciclo do leite e a maquete ambiental, confeccionada em uma área de 120 metros quadrados, são um dos locais mais visitados. "O aluno acompanha a produção desde a ordenha até o leite chegar na mesa do consumidor", destaca o agrônomo. "Já a maquete pode ser explorado pelos professores para ressaltar a importância da conservação do meio ambiente", acrescenta.
Além disso, os alunos ainda poderão visitar as unidades didáticas do café, da fruticultura, apicultura e do bicho da seda. "O que mais chama atenção das crianças são os locais com a presença de animais. Na Via Rural, temos peixes, bois, ovelhas, abelhas e outros", informou.
A Fazendinha também irá receber a visitação de agricultores que participam dos eventos técnicos promovidos pela Emater. Gilberto informa que muitos produtores fazem as inscrições para os seminários e já agendam uma visita no setor em que trabalham. "Se a pessoa produz café e participa do evento, ela aproveita a viagem e conhece a unidade do café", exemplifica.


