O trecho da Avenida Brasil entre o bairro Maringá Velho e a Vila Operária é o principal ponto comercial da cidade. Desde a urbanização da área central nunca sofreu mudanças. Desde o ano passado, poder público e empresários retomaram a discussão sobre as alterações necessárias para melhorar as condições da avenida. A mudança de administração ‘‘esfriou’’ o projeto, que agora volta a ser discutido com toda a comunidade. -
A proposta inicial era acabar com o estacionamento do tipo ‘‘espinha de peixe’’ no canteiro central. São mais de 300 vagas que precisam ser compensadas em outras vias e que não podem mais continuar como estão. Segundo dados do Pelotão de Trânsito da Polícia Militar, a Avenida Brasil é a segunda em acidentes, perdendo apenas para a Avenida Colombo, trecho urbano da BR-376.
Entre a Avenida Paraná e a Praça Rocha Pombo são registrados em média 20 acidentes por mês, a maior parte envolvendo veículos que manobram para entrar ou sair da ‘‘espinha de peixe’’. ‘‘O número é bem maior já que muitos motoristas nem acionam o plantão de acidentes’’, ressalta o tenente Ademar Paschoal, comandante do Pelotão de Trânsito.
A mudança não se restringe à retirada do estacionamento. O projeto prevê também o alargamento das calçadas em mais 1,5 metro de cada lado, reforma em toda iluminação, replantio de árvores condenadas e instalação de bancos e floreiras no passeio público. As vagas de estacionamento seriam compensadas na Rua Joubert de Carvalho, paralela à Brasil, que sofreria mudanças para ampliar a área de estacionamento. A proposta já foi bem aceita pelos comerciantes, mas agora será discutida com a comunidade. (M.M.)

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