Alimentação exige uma certa dose de prevenção
Ninguém quer ter o inconveniente de passar o tempo que deveria estar se divertindo ou descansando em um hospital ou no banheiro. Por isso, não custa manter algumas observações em mente sempre quando chegar a um estabelecimento no litoral. Quem dá algumas dicas são os veranistas José Alves Machado, de 60 anos, e Neusa Alves Machado, 43 anos, que, ao lado da filha, Isabela, de 11 anos, estão sempre aproveitando o cardápio de peixes e frutos do mar na praia durante a temporada de verão.
''A primeira coisa que a gente observa bem é a higiene do próprio lugar. Se o banheiro está sujo, a cozinha também pode estar'', diz José. ''É só você dar uma olhadinha na roupa dos garçons, na toalha da mesa, nos talheres. Se eles também estiverem mal-cuidados, pode ser que não seja um bom lugar'', acrescenta Neusa.
Uma das recomendações de quem costuma comer peixes e frutos do mar é sempre perguntar sobre a procedência dos alimentos. Algo que a maioria das pessoas não faz. ''É não é comum a gente fazer esse tipo de pergunta'', admite José. ''Mas é fácil você saber se não está bom, basta você notar a aparência e o gosto. Até mesmo um pastel você percebe se não foi feito na hora ou se foi frito em um óleo muito velho'', comenta Neusa.
Além dessas dicas, vale muito saber mais sobre os estabelecimentos e evitar comer coisas na rua, onde ambulantes podem driblar a fiscalização. ''A gente já conhece os restaurantes, sabe que são limpos, outras pessoas falam também. Então fica mais fácil comer nesses lugares'', contam. A indicação via boca-boca, então, até mesmo na internet, continua sendo preciosa nessas horas. (C.Y.)





