Ruínas de São Francisco
A obra foi pensada para ampliar a capela de São Francisco. A ampliação foi iniciada em 1854, mas por falta de dinheiro foi paralisada. Em 1860, pedras que seriam utilizadas em sua construção foram usadas para erguer a torre da antiga Matriz na praça Tiradentes. Em 1915, quando o prefeito Cândido de Abreu fez uma permuta com a Mitra para ocupar o terreno da capela de São Francisco e construir o Belvedere, a capela original foi demolida, mas as ruínas do que seria a ampliação permaneceram para compor o cenário da praça e do Belvedere.

Igreja da Ordem
Construída na década de 1730, é hoje o prédio mais antigo do Largo da Ordem e certamente da cidade. No início, tinha características coloniais. No século XIX passou por reforma, quando adquiriu as feições neogóticas próprias do período. Na década de 1970, quando foi restaurada, optou-se por manter as características neogóticas juntamente com resquícios da época colonial.

Casa Romário Martins
Último remanescente da arquitetura luso-brasileira de Curitiba, construída provavelmente no final do século XVIII. Originalmente, era residência e comércio. Posteriormente foi utilizada apenas para fins comerciais, até ser restaurada pelo município e se transformar em espaço cultural.

Farmácia Stellfeld
Conhecida por ser o prédio com relógio de sol na praça Tiradentes. Foi construída em 1863 por imigrantes alemães e abrigou a primeira farmácia particular da cidade.

Palacete Wolf
Construído pela família Wolf em meados do século XIX, teve vários usos até ser restaurado nos anos 1970 e passar à FCC. Foi utilizado como escola, quartel, pensão, livraria e até sede da Maçonaria. Acredita-se que nunca tenha sido utilizado como residência dos Wolf.

Fonte: Coordenadoria de Pesquisa Histórica da Fundação Cultural de Curitiba.

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