Aids terá vacina até 2008; ano limite de preservação ambiental é 2007
Em 1976, Jucelino da Luz mandou uma carta ao governo chinês com orientação sobre uma epidemia que seria causada pelas aves. Vinte anos depois, aparece o primeiro caso da chamada ''gripe do frango''. E as premonições não param por aí: pelos sonhos dele, o Brasil será acometido pela gripe aviária, depois que a epidemia chegar aos Estados Unidos. Até 2015, cerca de 75 milhões de pessoas terão sido vítimas da doença.
São previsões como essa, que tornam polêmica a vida de Jucelino. Ele garante que até 2008, após pesquisar uma planta chamada Luaná, os cientistas descobrirão uma vacina que imunizará o ser humano contra o vírus da Aids. ''Quando o doença surgiu, na África, eu já tinha enviado cartas a lideranças daquele continente'', conta.
Ainda no campo da saúde, ele se orgulha de prever que, com exceção do câncer cerebral, as outras manifestações desta doença poderão ser curadas até 2013. Entretanto, o premonitor alerta para o reaparecimento da varíola, peste e hantavirose. ''Haverá uma superpopulação de ratos, aranhas, escorpiões e cobras. Com o desmatamento, estes bichos irão todos para as cidades'', alerta, dizendo o que algumas pesquisas científicas já conseguem comprovar.
Em relação ao meio ambiente, um dos temas com os quais mais se preocupa - ''tenhos filhos, quero que eles possam viver como eu vivi'' -, prevê terremotos, degelo dos pólos e a desertificação da Amazônia. ''Em 13 de setembro de 2008 haverá um terremoto na China, que poderá matar até um milhão de pessoas e mudar o eixo do planeta'', garante.
Em 2039, Jucelino prevê o desaparecimento da Holanda, alagada pelas águas dos gelos polares, assim como acontecerá com o Rio de Janeiro. Na Cidade Maravilhosa, Jucelino também alerta para o aparecimento de novas variáveis da dengue a partir de janeiro de 2007.
Em relação à precisão das datas que prevê, ele afirma: ''Já conheci outras pessoas que faziam previsões assim. Respeito todas elas, mas a única coisa é que recebo nomes, endereços e datas precisas, por isso acredito no que vejo''. Sobre a preservação ambiental, dá um ultimato: ''A data limite para o homem tomar medidas drásticas e parar de poluir será 31 de dezembro de 2007. Caso não mude, sofreremos todos consequências muito graves''. (G.B.)





