Quando se fala em zona Sul, logo vem à cabeça o nome Gleba Palhano, uma área destinada ao público médio-alto e alto padrão. Justa a lembrança, uma vez que, segundo o Sinduscon, o crescimento da região é estimado em torno de 20% ao ano.
  Em termos de valorização o número também surpreende, já que nos últimos dois anos, ainda segundo dados do Sinduscon, a valorização real foi de 30%. Os recentes indicativos mostram cerca de 100 edifícios na região. O primeiro deles surgiu há 20 anos. Porém, o boom imobiliário na Gleba é de aproximadamente seis anos.
  ‘‘A proximidade com as universidades e com o shopping Catuaí contribuíram para esse crescimento’’, destaca Rosalmir Moreira, do Secovi.
  No entanto, a região Sul vai muito além dos imponentes prédios e sofisticado comércio que por lá se fixa. ‘‘Ainda dentro do Plano Diretor há um incentivo para a criação de um polo administrativo em torno do Centro de Eventos. Em um dos extremos haverá a implantação do novo aeroporto, que faz parte do projeto Arco Norte, tendo também uma mudança na linha férrea’’, esclarece Gerson Guariente.
  Aa topografia da região é um dos problemas apontados para o local. Muito acidentada e com grande quantidade de pedras em várias áreas, a ocupação urbana acaba sendo prejudicada. ‘‘Geologicamente é ruim, e com isso perde-se muito’’, destaca Guariente.

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