A polêmica do sexo oposto
A presença de elementos do sexo oposto em um lar de estudantes pode gerar polêmica. Há alguns meses, a Casa da Estudante Universitária de Curitiba (Ceuc) esteve no centro de uma discussão sobre a permissão de homens (namorados ou parentes) pernoitarem no quarto das estudantes. Uma assembléia decidiu autorizar essa prática, mudando o estatuto da casa que já durava 40 anos.
Em outra casa de estudantes do sexo feminino, o Lar Acadêmico de Curitiba (LAC), a regra é outra. Homem pode, mas só até a meia-noite, ou no quarto de visitas. A presidente do LAC, Sandra Aika, justifica a restrição: ''Como fica a situação das outras meninas? Como não estamos acostumadas com homens aqui dentro, andamos de roupão, bem à vontade''.
Na Casa do Estudante Nipo-Brasileiro (Cenibra) os dois sexos convivem harmoniosamente, mas à distância. Um dos andares é reservado aos meninos, outro às meninas. A permanência de pessoas do sexo oposto em cada andar é proibida. A casa até aceita hospedar namorados(as), mas no andar adequado. (A.A.)





