A FOLHA cresce sem usar ''anabolizante''
Acompanhando a onda de crescimento dos jornais brasileiros, a FOLHA DE LONDRINA registra índices positivos. Em cinco anos, de 2002 até 2007, a circulação aumentou 22,5%. Com uma média de 3,5 leitores por exemplar, a FOLHA é lida por mais de 120 mil pessoas todos os dias. A cada mês, o parque gráfico trabalha em ritmo mais acelerado para dar conta de atender os novos assinantes e também os que procuram o jornal nas bancas.
No entanto, no caso da FOLHA o que chama a atenção é que a procura aumenta mesmo sem a oferta de ''anabolizantes'' ou mudanças de formato. A FOLHA se vende pela credibilidade e pela qualidade editorial.
''Até 1999, fazíamos muitas promoções, utilizávamos os 'anabolizantes'. Então, chegamos à conclusão de que o jornal tinha que se vender pela sua qualidade e credibilidade. Fizemos mudanças complexas e investimos. Tudo em benefício do leitor, que às vezes nem imagina o quanto de esforço é necessário para que o jornal chegue à sua casa'', relata o superintendente da FOLHA, José Eduardo de Andrade Vieira.
Segundo ele, o advento da internet, que chegou para valer no final da década 90, fez com que a FOLHA tomasse uma nova posição editorial. ''Naquela época, a importância dos jornais era simplesmente pela notícia. Com a chegada da web, veículo tão veloz quanto o rádio e a televisão, muita gente dizia que os veículos impressos iriam acabar. Porém, nós acreditamos que o jornal poderia ser um prestador de serviço, levando informação, analisando os fatos e suas consequências, o que é muito mais profundo. Nossa equipe entendeu a missão e tem feito esforços no sentido de oferecer algo mais aos leitores. Temos isenção, sem partidarismo, o que, naturalmente, gera credibilidade'', conclui Andrade Vieira.





