O presidente do Sinduscon-Norte/PR, Osmar Alves, avalia o potencial de cada região da cidade. Para ele, a região Sul terá investimentos em casas populares, com cerca de 4 mil unidades previstas em grandes projetos da Cohab. Já a região Norte, passou desse estágio e está caminhando para a verticalização, com prédios médios. Já a região Oeste, que abriga a Pontifícia Universidade Católica (PUC), conta com conjuntos populares e a projeção é de que receba mais casas.
O presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Bruno Veronesi, concorda que a Zona Leste esteja se desenvolvendo em função de infraestrutura pronta para investimentos, no entanto, destaca que, do ponto de vista industrial, a cidade tem que "forçar" o crescimento para o Sul.
"Tem muito mais área, está na saída para a PR-445, com ligação mais fácil para Curitiba e São Paulo", afirma. No entanto, segundo Veronesi, sem a aprovação do Plano Diretor, fica difícil prever investimentos, por não se ter clareza das permissões e normas.
Depois de um boom de crescimento nos últimos dez anos, o mercado imobiliário pode estar caminhando para uma estabilização? O presidente do Sinduscon/Norte/PR, Osmar Alves, afirma que a curva de crescimento hoje é menor, o que não significa mercado desaquecido. "Sem contar que pode surgir uma grande área que vai liderar um volume de grande de investimento novamente podemos ter uma nova Gleba Palhano", declara.

Continue lendo:

- O caminho é a descentralização

Imagem ilustrativa da imagem À espera do Plano Diretor
| Foto: Ricardo Chicarelli
Viaduto em construção na PR-445: rodovia ampliada abre novas oportunidades de negócio
mockup