Curitiba - Embora o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, Ângelo Zattar, tenha colocado como principal característica das eleições paranaenses a tranqüilidade, 175 urnas foram substituídas. Deste total, 25 urnas foram trocadas por problemas de memória. Na capital, foram 16 urnas trocadas. ‘‘É um número insignificante comparado ao número de urnas no Estado todo’’, ressaltou Zattar. O total de urnas no Paraná é de 24.029 urnas e, em Curitiba, 3.504.
  Na capital, alguns eleitores tiveram problemas para identificar dois locais de votação. A escola particular Tia Paula, no bairro Água Verde, não é mais seção. Os proprietários venderam o prédio e o TRE não conseguiu montar a estrutura de votação no local. A saída, de acordo com o TRE, foi colocar na Sociedade Internacional Água Verde. Mas a transferência, que ocorreu em maio, não foi informada para a maioria dos eleitores. Várias pessoas chegaram no local de votação e não encontraram informações sobre o novo local de votação.
  O mesmo aconteceu na Sociedade Dom Pedro II, também no Água Verde. Os sócios informaram, no início do ano, que não cederiam a sede para votação. O local foi transferido para o colégio Expoente, próximo ao Estádio Arena da Baixada. O TRE informou que não poderia comunicar todos os eleitores por conta do grande número de pessoas e que colocou faixas nos antigos locais de votação indicando os novos endereços.
  Em Curitiba, compareceram às urnas para escolher seus representantes 1.254.776 eleitores. No Estado todo, 7.299.999 votaram. Segundo o presidente do TRE-PR, as eleições municipais ficaram acima das expectativas. ‘‘Tudo ocorreu de forma tranqüila. As ocorrências diminuíram’’, concluiu o presidente do TRE.
  O Paraná ainda não pôde acompanhar as parciais de urnas apuradas por quase duas horas na sede do TRE em Curitiba. O sistema de transferências de dados não informava a sede, mas enviava direto para Brasília as informações.

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