- A coluna faz a conexão com São Paulo e traz, nas próximas semanas, perfis de londrinenses que se destacam na capital paulista. As entrevistas e fotos estão a todo vapor.
- Por falar em São Paulo, o descolado Shopping Cidade Jardim deu vez, recentemente, à reabertura da loja da Hermès. Quem foi, afirma: é puro encanto. A loja, com projeto de escritório francês, dobrou de tamanho.
pique, é pique
- Beatriz Gorini comemorou 10 anos nas últimas horas.
- Alexandre Rainato Genta, Ernesto Diez, Marilda Marchiori, Silvana Pegoraro e Talita Capoani assopram as velinhas hoje.
- Yolanda Fiorelli Bilek comemora a nova idade amanhã.
- Beto Alcântara, Raphael Batistella e Lucas Scatambulo também assopram as velinhas amanhã.
Flash
O fotógrafo curitibano Manoel Guimarães estará em Londrina, em 3 de agosto, para mais sessões.
Antonella nasceu
Familiares de Londrina seguem para Belo Horizonte para dar as boas-vindas à primogênita de Thaisa Montosa e Sandro Alcântara, Antonella.
Os pais de Betina
Bárbara Armelin e Heitor Massi em estado de graça com o nascimento de Betina Helena.
Há três anos atuando como modelo, Victor Santos esteve recentemente matando a saudade de Londrina. Com 1.90m de altura e 92 quilos, ele atualmente reside no Peru. O que levou Victor ao país vizinho? Como ele equaciona o sucesso no Instagram e no Facebook? Quais seus planos e projetos? A essas e outras perguntas, o pai de Ana Luiza, de 2 anos, respondeu, em meio à sessão de fotos com Fábio Alcover, no hangar de Londrina. A produção é de Edson Wander, da Puramania.
De repente, no Peru - "Atuo como modelo desde 2012 e fui parar no Peru porque participei de um concurso na República Dominicana. Lá, os produtores peruanos me viram, pediram meu contato para um amigo, que foi Mister Peru, e me convidaram. Mandaram a minha passagem e aqui estou."
Sucesso nas redes sociais - "Hoje, tanto os meus posts no Instagram quanto no Facebook funcionam muito bem para captar trabalho. No Insta tenho mais seguidores e, consequentemente, é por lá que chegam mais propostas."
Vaidade sob medida - "Nunca me cuidei muito, não dava atenção à aparência, só ia à academia. Agora, frequento clínica de estética e me cuido mais, com cremes e tratamentos"
Ela é Bárbara
Bárbara Vitorelli no rol de modelos mais requisitadas da região. A bela morena desfilou ao lado de Rômulo Neto, semana passada, durante a Expovest, em Cianorte.
Visual turbinado? Não
Cirurgia plástica mais procurada do momento, segundo profissionais londrinenses: a troca das próteses de silicone. "O efeito Pamela Anderson, turbinado, é coisa do passado", dizem.
Sobe o som
O talento de Dino Bacciotti tem vez na série "Lá em Casa". Lançada nas redes sociais, a ação consiste em apresentar uma música, semanalmente. Há releituras de sucessos e composições próprias. A conferir.
Quem vem
Cantor da nova safra de talentos estará em Londrina para pocket show, em evento fashion que em breve movimenta a cena. Noticiaremos...
A comemoração, em 28 de julho. O presente, antecipado. O professor Carlos Henrique Vici e a esposa, Aline, celebraram 14 anos de casados durante viagem à Disney. Conhecer o território regido por Mickey era sonho antigo de Aline, realizado pelo marido, que é diretor na Unopar. No flash, os pais de Ana Beatriz, Pedro Henrique e João Marcelo aparecem em meio à temporada na Flórida
Emílson Cribari, cidadão londrinense
Era para ser. Nascido em Cambará, Emílson Cribari se mudou com a família, aos 3 meses, para Londrina. Já na infância, mostrava intimidade com a bola. Tinha, desde então, no irmão, Fábio, seu ídolo. Após bem-sucedida temporada no Londrina Esporte Clube, Cribari recebeu a oferta para, aos 18 anos, mudar-se para a Itália. Começava ali uma bela história. Com passagens pelo Empoli, Udinese, Siena, Napoli e Lazio, o zagueiro vivenciou sonhos que jamais imaginava realizar, como ouvir o hino da Champions League diante de 70 mil torcedores. Sua frustração? Não ter vestido a camisa da seleção brasileira. Nesta entrevista à FOLHA, Cribari, que recebe o título de Cidadão Honorário de Londrina em 7 de agosto, relembra o início, no Jardim Bandeirantes, fala do carinho pela Europa e revela seus maiores sonhos: seguir a vida dentro do futebol, descobrindo talentos, e dar continuidade ao trabalho voluntário. A foto é de Bruno Ferraro.
Quais suas melhores lembranças pelo Londrina Esporte Clube? - Sem dúvidas, poder ter disputado torneios como a Taça Rio, a Copa Brasília, em um período diferente, em que os jogadores jogavam futebol porque gostavam. Não tínhamos a estrutura que há hoje, eu tinha de ir de bicicleta da minha casa até o VGD, treinávamos em um campo em condições muito ruins. Foi um período de muito crescimento, principalmente psicológico.
Você citou os jogadores ontem e hoje. O que mudou? - Hoje, o futebol tem uma visibilidade muito diferente, os pais apoiam muito mais. Meu pai percebeu que eu jogava futebol quando eu tinha quase 20 anos. Ele nunca precisou me acompanhar em um treino: de ônibus, a pé ou de bicicleta, eu chegava ao local. Entendo que os tempos mudaram e atualmente, por uma questão de segurança, os pais acompanham os filhos desde o início da carreira.
Lazio, Empoli, Siena... Em mais de uma década na Europa, quais os momentos mais marcantes? - Foram 13 temporadas no futebol italiano. Os momentos mais marcantes, sem dúvidas, foram os primeiros anos no Empoli, onde eu ganhei os principais títulos sub-20 e ali ajudei o clube a subir para a primeira divisão e joguei mais duas temporadas. Foi um divisor de águas. Após isso, as cinco temporadas na Lazio foram o momento mais alto da carreira: ganhei títulos importantes, disputei a Europa League e a Champions League.
Há quatro anos, você voltou ao Brasil e jogou pelo Cruzeiro... - Meu sonho era, pelo menos uma vez, vestir a camisa da seleção brasileira. Isso que me motivou a sair da Itália, onde tinha um nome, e tentar jogar no Brasil. Eu ainda tinha 30 anos, ali era o momento de eu mostrar o meu valor. Infelizmente não veio a acontecer.
Na Escócia, você aceitou o desafio de jogar no Rangers, que estava na quarta divisão... - Quando recebi o convite deles, estava em Londrina. Fui à Escócia conhecer o clube. Tinha voltado ao Brasil, mas já havia propostas para jogar na Itália. Eu não queria voltar, tinha saído de lá jogando pelo Napoli, pela porta da frente. Tinha feito minha história. A intenção era viver experiências bacanas, nos Estados Unidos ou no Oriente Médio. Quando cheguei e conheci a história e a estrutura do Rangers, me encantei. Nem calculei se ia jogar a primeira ou quarta divisão. Por aquele clube, valia a pena! E valeu. Joguei duas temporadas no Rangers e ganhei a quarta e a terceira divisão.
O que a Europa mais trouxe de positivo à sua vida? - Muita coisa. Sou fluente em três idiomas, conheci culturas diferentes e lugares fantásticos. Percebi as diferenças depois de 13 anos quando vim jogar pelo Cruzeiro: o contato com as pessoas, o lado profissional, as pequenas coisas...
Quais as diferenças entre Brasil e Europa, em relação à infraestrutura e ao profissionalismo? - O Brasil está muito bem no quesito infraestrutura e centro de treinamentos. Já no lado profissional e de organização, estamos muito atrás. É por isso que estamos pagando com algumas derrotas bem vergonhosas.
Zagueiro bom não precisa rir e não mostra os dentes? - Quem me conhece, diz que eu sempre tinha de ter jogado na Europa. Quando eu cheguei lá, em 1998, tinha características que eles gostavam. No Brasil, agora que estão gostando de zagueiros com minhas características: mais limpo, que sabe jogar futebol além de ser zagueiro. Aqui, estávamos acostumados com os que dão muito chutão, pancada, que fazem muitas faltas.
Depois dos fiascos na Copa do Mundo e na Copa América, qual panorama vê para a seleção brasileira? - Constantemente, acompanho e leio tudo o que é dito sobre os brasileiros na Europa. Vejo, também, muitos garotos jogando. No quesito talento, acredito que ainda somos os melhores. Não há lugar no mundo que produza tantos craques. Só que falta todo o resto. O futebol é feito de parte técnica, física e psicológica. Na primeira, reinamos. Na segunda e terceira, estamos para trás. Os jogadores brasileiros estão ficando muito fortes e não há essa necessidade. O futebol evoluiu muito, então hoje talento não vem sozinho. Se não houver uma condição de jogo que deixe um craque como, por exemplo, o Neymar, chegar ao gol, ele não vai ganhar a partida. Joguei a quarta divisão na Escócia e posso dizer: há times que você nem encontra no Google e que jogam muito bem. Infelizmente, tirando aquele 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil, os "passeios" são raros.
No próximo mês, você recebe o título de Cidadão Honorário de Londrina... - Fiquei muito feliz e honrado. Sou muito grato aos meus pais. O fato de, quando eu tinha apenas 3 meses, em 1980, nos mudarmos de Cambará para Londrina mudou a minha vida e de toda a minha família. Crescemos no Jardim Bandeirantes, eu e meu irmão começamos a dar os primeiros chutes na bola. Ali, alguém achou a gente e nos levou para a universidade. Londrina foi uma questão de Deus em nossas vidas. Rodei todos os campos da cidade e vi crescer a minha paixão como atleta.
Quais seus planos? - Tive uma oportunidade que pouquíssimos tiveram. Meu objetivo, daqui em diante, é aproveitar a experiência que tive lá fora e orientar garotos de todas as classes e abrir as mesmas portas que se abriram para mim no passado.
Bate-bola
- O melhor da Itália: Roma
- O melhor de Londrina: tudo, é minha casa!
- Os tesouros de Cribari: minha família, meus amigos, minha esposa Thalita, e meus filhos Larissa, de 3 anos, e Lorenzo, que nasce em um mês
- Dentro de casa o Cribari é... Organizado demais
- Cribari por Cribari: perfeccionista demais
- Melhores zagueiros na atualidade: Piqué (Barcelona), Sérgio Ramos (Real Madrid), Chiellini (Juventus), De Vrij (Lazio) e, entre os brasileiros, o Thiago Silva e Miranda
- Um ídolo, no futebol: meu irmão, Fábio Cribari Binho, ele me mostrava o que eu queria ser, alimentou meu sonho. Por ser flamenguista, outro ídolo que tenho é o Zico
- Um conselho aos futuros jogadores: esqueçam o glamour e o dinheiro e gostem do brinquedo, que é a bola. O restante é consequência e não primeiro plano
Elas comentam
Em roda de conversa, time de recém-casadas não lamentou a calça jeans que não serve mais. Felizes, elas disseram que a rotina de café da manhã, jantares a dois e muitas taças de vinho fizeram o manequim dar uma "leve" alterada.
Agenda branca
- Mariana Souza Venturelli engrossa o ranking de belas noivas da temporada. Ela trocou o "sim" com Acácio Oliveira Filho no último mês.
- Erika de Oliveira Gardin e João Victor Lalli Ribeirete se casam na próxima sexta, dia 31, na Paróquia São Vivente de Paulo. O casal seguirá em lua de mel para a Disney.
Decote, fenda...
Madrinha e noiva trocaram farpas em recepção. É que a madrinha vestiu branco, optou por modelito de desafiar cardíacos e roubou a cena...
Designer de joias e importadora de pedras preciosas, Ana Solcci está de volta a Londrina, após vasta e bem-sucedida temporada na Europa. Neste regresso, soma forças ao joalheiro Cirilo Landi. A equação do bom gosto promete trazer, como saldo, belas criações. Em breve, a dupla apresenta o resultado da parceria, em coquetel voltado a convidados. O flash é de Bruno Ferraro
Sinal vermelho
Teste sob o comando do Centro de Ciência no Interesse Público, dos EUA, mostrou: o Brasil é o país que possui maior concentração de substância possivelmente cancerígena na Coca-Cola. A bebida comercializada em território tupiniquim contém a maior concentração da substância 4-MI (4-metil-imidazol), presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígeno. Para se ter ideia, o índice equivale a nove vezes o limite estabelecido pelo governo da Califórnia. A pesquisa mostrou também outra triste realidade: a regulação brasileira sobre o tema é falha e os fabricantes de refrigerantes e bebidas energéticas não estão dispostos a informar ao consumidor a quantidade da substância tóxica em seus produtos.
Sinal verde
Londrinenses que estiveram recentemente na Ásia, comentam: por lá, a maquiagem para homens é uma realidade. No entanto, vem sob a apresentação de produto de cuidado, com os benefícios cosméticos ocultos. No Japão e na Coreia do Sul, especialmente, os hidratantes "turbinados" são todo um êxito...
Xô, baforão
Seu amigo ao lado não dispensa uma baforada? Uma dica: afaste-se. O fumo passivo é responsável por 40% dos infartos, matando seis pessoas por dia no Brasil e causando, ainda, 30% de cânceres de pulmão, entre outras doenças.