Na loja da Fendi, em São Paulo, os chaveiros peludos, que vêm com os nomes "Lucyfur", "Foryou" e "Gragoo", despertam as atenções, têm fila de espera e provam que nem tudo é crise. Os dez modelos que chegam ao mês, na butique, evaporam na velocidade da luz. Os preços para a peça, que costuma ser acoplada à bolsa? Entre R$ 1,5 mil e R$ 2,6 mil...
A Chanel lançou coleção em Seul e a ideia não foi à toa. Enquanto os mercados da Europa e da América do Norte mostram-se ainda comedidos em relação ao luxo, as asiáticas são ávidas por lançamentos. A Coreia do Sul representa, na atualidade, o que os Emirados Árabes e Singapura já foram em relação ao consumo desenfreado de itens grifados, lá atrás.
Conhecida por suas camisas, a Dudalina expande sua linha e lança, pela primeira vez, uma coleção de sapatos. Ao todo, são sete modelos, todos em couro.
Mais de 200 pessoas compareceram à feijoada que celebrou o Dia das Mães, no Londrina Country Club. Dos mais tradicionais, o evento foi marcado por música ao vivo, homenagens e muitas surpresas. As fotos de Bruno Ferraro trazem o vaivém.
Luzia, Bruna e Giane Guglielmi
Victor e Cida Moraes
Bruna, Aimee e Elizabeth Tâmega
Em ApucaranaIsadora Maiole e César Campoy se casaram no início do mês, na Catedral Nossa Senhora de Lourdes, em Apucarana. A festa, das mais animadas, teve o Country Club daquela cidade como cenário.
Não passou incógnitoEm sua passagem por Londrina, o ex-lutador de MMA Wanderlei Silva não saiu da dieta e parou a cena, em restaurante que prega a alimentação saudável.
Em ApucaranaIsadora Maiole e César Campoy se casaram no início do mês, na Catedral Nossa Senhora de Lourdes, em Apucarana. A festa, das mais animadas, teve o Country Club daquela cidade como cenário.
Casco de tartaruga?Hairstylist de um A a Z de celebridades, Wanderley Nunes tem, na ponta da língua, a técnica do momento: trata-se da Tortoiseshell Hair, também conhecida como "casco de tartaruga". De nome curioso, Wanderley garante que a técnica é ideal para as mulheres que cansaram dos cabelos monocromáticos. "Com a Tortoiseshell, o resultado possui mais de duas cores, como o castanho, bege e dourado", comenta o cabeleireiro. "Os fios ficam com mais movimento e nuances, efeito criado pelo uso das diferentes tonalidades." A atriz Guilhermina Guinle é uma das adeptas.
Em IbiporãO lançamento do DVD-Book do projeto "Contos e Causos - História Viva de Ibiporã" acontece no próximo sábado, às 20 horas, no Cine Teatro Municipal Padre Zanelli. Em seu quinto volume, o trabalho traz 20 novos pioneiros (ou seus familiares) contando as suas histórias, aventuras e causos em Ibiporã.
"Sou um tremendo metido a besta"Ele é só sorrisos, irreverente e, sem precisar se esforçar, conquista a cena. Em Londrina na última semana para apresentação de seu espetáculo "De Tudo Um Pouco", Rafael Cortez não para. Ator, humorista, apresentador e músico, Rafael, de 38 anos, faz o estilo aluno aplicado quando o assunto é o seu trabalho. Atualmente na bancada do "CQC", na Band, o paulista recebeu a FOLHA em seu camarim, momentos antes do show. Projetos, a relação com Londrina, que vem de longa data, e o medo de dirigir ele estrela reality show para perder o medo do volante rechearam a pauta. A foto é de Fábio Alcover.
Apresentador, músico, ator.... Defina-se.
Sou um tremendo metido a besta, que nunca teve vergonha de tentar se aventurar em todas as coisas que apareceram. Isso é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque me deu uma gama de possibilidades criativas, de trabalho, e até de negócios. Ruim porque nem tudo fiz benfeito como gostaria. Na contramão de tudo isso, sou perfeccionista, aquele cara que não se perdoa hoje, por exemplo, na hora de tocar violão, se errar uma nota...
O trabalho é sua prioridade?
Sou um workaholic porque não tenho outra coisa na vida senão trabalhar: não tenho filhos, namorada, não sei cozinhar, não sei dirigir, sou emancipado, então eu tenho de trabalhar. Ultimamente estou me permitindo, em momentos de folga, não fazer nada.
E como está sendo o regresso ao "CQC"?
Um tremendo desafio! Preciso ser um cara que ainda tem conteúdo e graça para mostrar. Fiquei com muito medo de ser um dinossaurão que volta sem graça, o que é um risco. À medida que vou fazendo as matérias, tenho a convicção de que sei fazer, gosto que me deixem fazer, porque sei fazer.
E a adrenalina de estar na bancada, existe?
Sim. Matéria, CQTeste, já fiz tanto no passado que não fico nervoso. Realmente o que me deixa com o coração acelerado, que a pupila dilata, é a bancada, que adoro.
Qual seu melhor momento no programa?
Sem dúvidas, a Copa de 2010, na África do Sul. Falo isso em termos de qualidade de matéria, são as matérias que vejo no YouTube quando quero lembrar. Acho que eu estava bem, original, criativo, maduro. Por outro lado, nos bastidores, foi um inferno. Sofri muito, eu odiei estar na África do Sul, não entendo nada de futebol, não sei o que acontece. Foram 36 dias sem saber falar a língua para falar de um assunto que eu naturalmente não gosto e não entendo. Tive crise de pânico, muitas noites tomei vinho para conseguir dormir. Mas cheguei à conclusão: ou me entregava àquela loucura ou virava o jogo e fazia matérias legais.
Você tem uma relação especial com Londrina...
Londrina foi a primeira cidade em que vim com uma equipe de teatro, em 1997, ganhando um cachê. Vim de ônibus, mas foi o primeiro trabalho que fiz com diária de hotel paga, comida paga... Estive com "A Cantora Careca", do Eugène Ionesco, no Filo. Eu era apenas um operador de luz. Depois eu voltei operando luz e som, mas não subi no palco, naqueles momentos. Mas fiquei muito feliz, o Filo era demais: uma semana alucinante, de festas legais, aí fiquei apaixonado por uma menina linda, ela me deu uns beijos, foi pra São Paulo me ver, partiu meu coração, fiquei louco por ela, depois ela acabou comigo. Será que vai estar na plateia hoje? Depois vim a lazer e fiz uma apresentação de "De Tudo Um Pouco" na cidade, um pocket show para professores. Estava faltando apresentar o solo para o público mesmo.
"De Tudo Um Pouco" está em cartaz desde 2009. Que ajustes você fez de lá para cá?
O principal ajuste que eu fiz foi deixar o show engraçado, que não era. Sorte de vocês que não viram esse show em 2009. Eu tenho senso crítico. O show, em 2009 e 2010 era muito ruim. Depois que incorporei o violão, ele deu todo um diferencial no show, me deixou seguro. Criei um set em cima de músicas que antes não existia. Eu, idiota, achava que se colocasse o violão clássico em um show de humor, estaria profanando meu instrumento. Que burro! Antes, o show tinha empatia, público, mas não era bom. Queimei praças. Estou fazendo um mea culpa e voltando a essas praças.
Como anda sua carreira musical?
Estou me dedicando ao MDB, Música Divertida Brasileira, junto com a banda de rock Pedra Letícia. O projeto consiste em fazer releituras de clássicos da música brasileira que tenham uma pegada de humor. É um projeto ainda embrionário, mas que já está dando alguns frutos. Quem sabe a gente não pinta em Londrina pra fazer um show?
Rafael de perto
Manias...
"São tantas! Desde a clássica, que é roer as unhas, até as mais inusitadas, que é dormir totalmente trancado. Falo sozinho pra caramba, ando que nem um louco na rua. Falo o tempo inteiro, nunca tem silêncio em minha vida. Dou muita entrevista em inglês para mim, e, nesses momentos, sempre agradeço por ter ganhado o Oscar. Essa é uma coisa que nunca falei em lugar nenhum."
Meu esporte favorito é...
"A corrida. Sou da linha da Daniella Cicarelli: nós corremos!"
Meu ídolo é...
"Chuck D, vocalista do grupo Public Enemy, que eu trago tatuado no meu braço e que é a música incidental do meu show."
Medo do volante
"Não aprendi a dirigir. Fiz um reality show, que começa no final de junho, começo de julho, mostrando toda a saga para aprender a dirigir e te adianto em primeira mão: não aprendi!"
Um sonho...
"Que um dia todos trabalhos que eu faço na vida se equilibrem em termos de monetização e reconhecimento. Gostaria de não ter de fazer um show de humor para sustentar um recital que não dá grana."
FeijoadaO Conselho da Mulher Empresária e Executiva (Acim Mulher) de Maringá convida para sua tradicional "Feijoada Mulher", sábado, no Car Wash.
Não passou incógnitoEm sua passagem por Londrina, o ex-lutador de MMA Wanderlei Silva não saiu da dieta e parou a cena, em restaurante que prega a alimentação saudável.
Fator ChayCaio Castro? Que nada. O novo astro da publicidade, direto das novelas da Globo, é Chay Suede. Mesmo com a audiência baixa de "Babilônia", o ex-integrante da banda Rebelde fatura alto, altíssimo: uma campanha com ele pode custar até R$ 500 mil! Presença vip? Acima de R$ 40 mil...
RetomadaNovos desafios para Bruno Allen. Há exatamente seis anos, o londrinense teve de se afastar das competições de jiu-jitsu quando, aos 23 anos, enfrentou sua terceira hérnia de disco. Desde então, tem se dedicado às aulas. Disciplinado e recuperado, hoje o faixa preta comemora o êxito dos alunos e prepara a volta aos tatames.
Zé Felipe vem aíFilho de Leonardo, Zé Felipe estará em Londrina no fim do mês. A apresentação do sertanejo, da nova safra, promete mobilizar fãs do novo talento. O cantor tem a carreira sob os cuidados da empresa do pai, a Talismã.
Bom-humor, sempreEm recente noivado, o pai na noiva carregou plaquinha que fez sucesso. Os dizeres para o genro, que namorou sua filha por quase uma década? "Não aceito devolução."
E a Miss Nikkey é...Bárbara Corrêa Nakatsukasa nos preparativos para a noite de escolha da Miss Nikkey Londrina e Paraná, em 7 de junho, durante a Expo Japão.
Beleza de formandaMarcela Scalassara integra a nova safra de profissionais formadas em Direito, em Londrina.