Imagem ilustrativa da imagem Social - Thiago  Nassif
"Sou um vendedor de emoções"
Sorrisos, autógrafos, fotos. Mais autógrafos. Nas últimas semanas, a mão, além da voz, tem sido um dos instrumentos de trabalho de Galvão Bueno. Comemorando 41 anos de carreira, o narrador esportivo lançou, anteontem, nas Livrarias Curitiba, no Catuaí Shopping, o livro "Fala, Galvão!". Antes de dar início à maratona de autógrafos, ao lado do amigo e jornalista Ingo Ostrovsky – seu parceiro na empreitada editorial -, Galvão falou com a FOLHA. Confira. A foto é de Carmen Kley. Londrina é a quarta cidade em que você lança o livro. Como está sendo a receptividade? A mão tem sido seu instrumento de trabalho, em vez da voz?Risos. É verdade. Sinto um pouquinho a tendinite, mas é espetacular, um sentimento de realização muito grande, como nos grandes momentos do esporte. Tinha noção de que o livro estava bom, são 41 anos de peito aberto da minha vida, foram dois anos e meio trabalhando no livro. Esperava uma boa repercussão, mas te confesso que o mercado editorial não é o meu, então não imaginava que em uma semana estivéssemos em todas as listas dos mais vendidos e em exatos 20 dias atingíssemos o topo da lista no País. Qual o melhor rótulo ou definição para Galvão?Sou um vendedor de emoções. Eu vendi livros, embalagens plásticas, um dia entrei em um estúdio, ganhei um concurso, saí de lá Galvão Bueno e é o que eu faço há 41 anos: vender emoções! Pelé e Ayrton Senna integram os dois maiores capítulos do livro. Vê um novo ídolo do calibre de ambos, a ser formado?Pelé é um ídolo mundial. O livro conta a história de um garotinho, na cidade de Cuenca, que nasceu muito depois de o Pelé ter parado de jogar. Ele não admitia tirar uma foto com o Pelé sem uma bola. O Pelé é o máximo. O Ayrton passou à condição de ídolo, ele virou um herói nacional. Ele era o nosso herói das manhãs de domingo. É muito difícil querer achar outro Pelé ou Ayrton Senna. No livro, sua ligação com o Maracanã e a paixão pelo Flamengo são citadas...Eu nasci em 1950. O Flamengo conseguiu o tricampeonato naquela década. Meu tio Antônio, irmão de minha mãe, me levava para ver os jogos. Ele, rubro-negro doente, me enrolava na bandeira do Flamengo. Então, tudo isso faz parte de minha infância. Na adolescência, pegava o ônibus, descia perto e ia a pé ao Maracanã. Depois, fiz jogos memoráveis. Entre tantos estádios pelo mundo, o Maracanã é minha casa. A paixão pelo Flamengo sempre existiu, mas hoje é muito mais controlada: estou mais maduro e ela está sob controle. Por isso, era o momento de dizer que sou carioca, sou tijucano, sou salgueirense e sou rubro-negro. Não acho que isso seja ofensa a ninguém. Meu time, hoje, de verdade, é a seleção brasileira. Falando nisso, que emoção gostaria de ter vivido no Maracanã?Sem dúvidas, que o Brasil não tivesse perdido de 7 a 1 para a Alemanha, eu gostaria demais que a gente tivesse feito a final no Maracanã. Eu queria demais ter feito um jogo da seleção, pela Copa do Mundo, no Maracanã, mas a burrice foi tão profunda e tão extrema de quem organizou a Copa que deixou o Brasil só para jogar a final lá. Creio que 16 ou 17 seleções jogaram no Maracanã. O Brasil não. A falta de inteligência de quem fez isso me tirou essa possibilidade. Qual a realidade da seleção, hoje, após o vexame da última Copa? O que espera para as Copas da Rússia (2018) e Catar (2022)?A seleção é um patrimônio do povo brasileiro. Seja quem seja o técnico, ela será sempre forte e estará entre as favoritas. Acho que nós, torcedores, não merecíamos aquela humilhação. É claro que o Felipão também não queria aquilo. São coisas do futebol, tínhamos de ter jogado aberto e jogamos fechados. O que me preocupa muito mais é a forma como o futebol é conduzido. Tivemos uma gestão de excessos do Ricardo Teixeira: excesso de tempo, de poder, de perguntas sem respostas, de sombras... De lá para cá, não consigo perceber que tenha mudado muito. A seleção sempre será forte e uma das favoritas aonde chegar.
Nas fotos de Carmen Kley, a movimentação em torno do lançamento do livro "Fala, Galvão!". Amigos, familiares e fãs asseguraram seu autógrafo na sessão que terminou após a meia-noite
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Ingo Ostrovsky e Mauro Palermo
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Desirée Soares Galvão Bueno e o filho, Lucca
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Paula Barrozo e Thelma Garcia Ferreira
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Mildred Galvão Bueno e Letícia Bueno
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José Hermínio Victoreli e a mãe, Paula Izique Victorelli
Renata Chineze, Marilze Fleury e Karen Hummig



Para o Dia das Mães

O amor será compartilhado na fanpage da A.Yoshii Engenharia durante concurso cultural promovido para celebrar o Dia das Mães. A ideia é premiar a foto de maior sucesso, que registra um momento de carinho entre mãe e filho, com um pacote relax no Viva Livre Nature Spa. Para isso, os internautas devem enviar a imagem por inbox para a fanpage da construtora até segunda-feira, dia 4 de maio. No dia seguinte, às 14 horas, todas as fotos enviadas serão divulgadas em um álbum e estarão disponíveis para compartilhamento. O dono da foto que estiver com mais curtidas no álbum no dia 8 maio, às 16 horas, leva o prêmio para presentear sua mãe. O pacote deverá ser retirado no dia 9, às 10 horas, no showroom da A.Yoshii.

O talento de Fábio

Modelo consagrado nas passarelas, Fábio Delai se sai muitíssimo bem nos bastidores. Ele dirigiu, recentemente, vídeo para gigante do seguimento de departamentos. Descoberto em 1999 pelo produtor Ronaldo Gomes enquanto andava na rua, em Londrina, Fábio deu início à carreira, na Way Model, no ano seguinte. Atualmente, atua como roteirista e diretor. C&A, Honda e Hering foram algumas das gigantes que recorreram aos serviços do londrinense, nos bastidores.

Opção reativar

Point noturno da região central de Londrina está prestes a ser reativado. A ideia é promover os "esquentas" e agitos de quarta-feira, que tanto êxito tiveram, na última década.

Dia das Mães

O Londrina Country Club realiza seu tradicional Almoço de Dia das Mães, em 10 de maio, na Sede de Inverno. No cardápio, uma saborosa feijoada.

Vivas a Cintia

Cintia Spagnolo comemorou a nova idade na última semana. 2015, aliás, é um ano especial para Cintia. Ela está às voltas com os preparativos para o casamento com Gabriel Malucelli, em novembro.

Que transformação!

Cirurgiões plásticos e dentistas da região têm, cada vez mais, realizado o desejo de noivas. O planejamento começa com até dois anos de antecedência. Recentemente, noiva optou por afinar nariz, refazer o queixo, exterminar gordurinhas na cintura e nos braços e refazer o sorriso.

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