Imagem ilustrativa da imagem Um bom caminho para a educação brasileira
| Foto: Acervo pessoal



"Todo o que quiser tornar-se grande entre vós, seja o vosso servo; e todo o que entre vós quiser ser o primeiro, seja escravo de todos."
(S. Marcos 10, 43-44)

Uma das mais importantes decisões do futuro presidente da República será a escolha do ministro da Educação. A palavra ministro vem do latim "minister", que significa "servo, criado, ajudante". Diferentemente do que se imagina, a função principal de um ministro não é mandar, mas servir - servir ao povo. Já a palavra educação vem do latim "ex ducare", que significa literalmente "conduzir para fora", ou seja, libertar - libertar o povo.

Considerando a situação vergonhosa da educação brasileira - que ocupa os últimos lugares nos testes internacionais - e a lavagem cerebral ideológica imposta por uma minoria militante às crianças e jovens, é preciso que o novo ministro da Educação seja alguém capaz de liderar uma autêntica revolução conservadora no sistema de ensino, desaparelhar ideologicamente as escolas, valorizar os professores e combater o analfabetismo funcional e o marxismo cultural, que vêm destruindo a inteligência brasileira há décadas. Precisamos sair da caverna de Platão da ideologia!

Recentemente, tive oportunidade de ver imagens atuais da Academia Militar de Agulhas Negras e da Universidade Federal de Minas Gerais. O contraste entre as duas instituições de ensino superior é chocante. De um lado, temos jovens disciplinados, ambientes bem conservados e um clima de respeito e serenidade. De outro, temos jovens tresloucados, instalações deterioradas, sujeira e ruína por toda parte. A educação brasileira está diante dessa encruzilhada: ou seguimos caminho da biblioteca, ou seguimos o caminho do mocó. Vocês devem imaginar quem representa a primeira e a segunda opção.

Pouca gente sabe, mas vive em Londrina um dos grandes intelectuais do Brasil, o professor Ricardo Vélez-Rodríguez. Doutor em filosofia, pesquisador acadêmico e autor de livros importantes como "Patrimonialismo e a Realidade Latino-Americana" (2006), "Da Guerra à Pacificação: A Escolha Colombiana" (2010) e "A Grande Mentira: Lula e o Patrimonialismo Petista" (2015), Vélez-Rodríguez tem uma vasta experiência em cargos administrativos no ensino superior e conhece como ninguém o valor da educação e da cultura no combate à criminalidade e à pobreza, como testemunha e partícipe da vitória da sociedade civil colombiana sobre o narcotráfico.

Vélez-Rodríguez estudou em profundidade as estratégias petistas de aparelhamento do Estado - e está apto a liderar o trabalho de combatê-las. Seu nome é um dos cotados para assumir o Ministério da Educação no próximo governo. Uma vez no poder, certamente exercerá a função de servo da educação, com a árdua tarefa de libertar o Brasil, tomando o caminho da biblioteca, não do mocó. Estamos orando por você, professor Ricardo. A missão é árdua, mas nobre.


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