Pichação não é arte, é vandalismo

O mundo está mesmo virado de cabeça pra baixo.
Moro indicia Lula e Lula pede a prisão de Moro.
O povo quer uma lei contra a corrupção e o Congresso a transforma em lei da impunidade.
Terroristas lançam um caminhão contra uma festa de Natal e a culpa é dos cristãos "islamofóbicos".
Uma minoria de estudantes faz greve e quem recebe críticas são os alunos que desejam estudar.
Vândalos picham a universidade e uma professora critica os alunos que foram limpar a sujeira.
Ora, faça-me o favor! Pichação não é arte, não é expressividade, não é poesia. Trata-se de vandalismo. Não é questão política, é caso de polícia. Aliás, o poeta e crítico de arte Ferreira Gullar, recentemente falecido, tinha outro nome para esse tipo de manifestação "artística": picaretagem.
Se a inversão de valores persistir, a universidade vai acabar. E a UEL, que nasceu da união da sociedade, vai morrer na luta de classes, entre um spray e um coquetel Molotov.





