Imagem ilustrativa da imagem Parem de fabricar dilmas!



Durante o Painel Internacional de Política Econômica, realizado ontem em Londrina, acompanhei a excelente palestra do advogado Frederico Junkert sobre os desafios do país na era pós-PT. O evento foi promovido pelo Conjove-ACIL (Conselho dos Jovens Empresários da ACIL).

Embora a retomada do desenvolvimento e a liberalização da economia sejam fundamentais para garantir o futuro do país, Junkert alertou para a necessidade de mudanças profundas na esfera cultural. A defesa dos valores do direito romano, da filosofia grega e da religião crist㠗 que fundamentam a nossa civilização — devem ser a nossa prioridade neste momento. É como dizia o professor José Monir Nasser (1957-2013): "Uma sociedade não pode ficar rica antes de ser inteligente".

"De nada adianta ter tirado a Dilma se as universidades estão produzindo milhares de dilmas, jean-wyllis e marinas-silvas todos os anos", disse o palestrante. Ele apontou também para a necessidade de reformas para acabar com o intervencionismo na economia, o utopismo na área social e o hibridismo no sistema político. Pouco valerá substituir o intervencionismo petista se a economia continuar sendo controlada pelos fundos de pensão em conluio com os empresários "amigos" do BNDES.

"Assistimos hoje à luta entre a República de Curitiba (que representa o Estado Democrático de Direito) e a República Sindical (que representa o patrimonialismo ideológico de esquerda)", diz Junkert. Do resultado dessa luta, dependerá o nosso futuro.

Só o conservadorismo político e o liberalismo econômico podem fazer o Brasil deixar de ser Ingana (com os impostos da Inglaterra e a produtividade de Gana).

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