Imagem ilustrativa da imagem O merecido fim de uma ditadura comunista
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Entre todos os crimes cometidos durante a era petista, talvez o mais grave tenha sido o apoio à ditadura comunista na Venezuela. PT e aliados, a extrema-imprensa e a maior parte da intelectualidade esquerdista brasileira foram cúmplices da tragédia venezuelana. Se o Petrolão era um crime contra o povo brasileiro, o apoio perverso a Chávez e Maduro é um crime contra toda a humanidade. A história não absolverá aqueles que se mostraram pusilânimes ou covardes diante da abominação.

Vocês, ideólogos de Lula e do PT, são corresponsáveis pelas crianças famintas, pelas famílias destroçadas, pelos opositores perseguidos, pela economia arruinada, pelos exílios, pelas torturas, pelos assassinatos, pela incalculável quantidade de dor e sofrimento na Venezuela. Vocês, socialistas e comunistas, tomaram parte na destruição daquele que um dia foi o país mais próspero, pacífico e democrático da América Latina. Eu tenho vergonha de vocês.

Se Maduro não se entregar, seu destino será semelhante ao de Benito Mussolini ou Nicolae Ceausescu. É o destino cruel reservado aos ditadores fascistas e comunistas. Sinceramente, não gostaria que isso acontecesse; prefiro que ele responda em vida pelos seus crimes, sendo julgado por uma corte internacional. Maduro não agiu sozinho: recebeu apoio, dinheiro e armas de muita gente. É preciso que essa imensa rede criminosa seja desbaratada por completo.

O que vimos acontecer na Venezuela, nos últimos anos, foi um exemplo perfeito do que é o socialismo: trata-se do nome moderno para a escravidão. Nos regimes socialistas, não é o governo que serve ao povo, mas o povo que serve ao governo. Não por acaso, o governo Maduro continua sendo apoiado por países como China, Cuba e Coreia do Norte. Maduro não deturpou o marxismo; ele o realizou plenamente.

A linguagem jornalística não é suficiente para dar conta de toda a dimensão dos fatos históricos. Por isso, gostaria de concluir a coluna de hoje citando uma narrativa literária, um trecho do livro "A Exemplar Família de Itamar Halbmann", do escritor curitibano Diogo Fontana. A passagem narra o encontro de um militante petista e uma família venezuelana exilada, durante um Réveillon no Panamá:

"Então o brasileiro fez o comentário que azedou a ceia:

- E como vai o companheiro Maduro?

Operou-se no rosto dos três venezuelanos uma espécie de transformação. Os semblantes se fecharam, plúmbeos. Estagnaram-se, com horror instintivo, como se estivessem diante de um réptil. Seus olhos refletiam frieza, um gelo de morte. Uma nuvem carregada subitamente pairava sobre a mesa. Instalou-se um silêncio de estupor. Permaneceram calados por alguns instantes. O homem então respondeu, seco:

- A mí, esta noche, no me gustaría hablar de asuntos políticos."

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