Notas de um reaça
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 28 de julho de 2016
por Paulo Briguet 

1. Teremos logo mais à noite uma sessão especialíssima do Clube dos Reaças, com a presença dos amigos Beto e Baiano, ex-moradores da República da Humaitá (aquela da pracinha), hoje médicos e conservadores de escol. Relembraremos muitos episódios, especialmente nossas aventuras no tempo da militância esquerdista. Mal posso esperar. Para ficar melhor, só se o John Wayne aparecer.
2. A cada dia eu percebo que os jovens brasileiros, em massa, estão abraçando os seus algozes, por acreditar que eles são os seus salvadores. É preciso desesquerdizar urgentemente as nossas escolas e universidades!
3. A esquerda já estatizou a política, a história, a cultura e o idioma nas salas de aula. Agora quer estatizar o sexo das crianças, com a tal ideologia de gênero. Mas não é só isso: trata-se da colonização da espécie humana por uma elite de radicais. Da mesma forma que os terroristas querem acabar com a existência física dos cristãos, os revolucionários e globalistas querem acabar com a nossa identidade moral; e todos querem acabar com a nossa fé.
4. Sou tão tímido que me torno extrovertido por morrer de vergonha da minha timidez. Também tento ser sincero, mas sei que a sinceridade, quando não é limitada pela retidão de caráter, vira estupidez.
5. Pessoalmente não reúno condições de administrar sequer uma quitanda. Mas é cada um que me aparece querendo ser prefeito de Londrina! Tem o defensor da ditadura cubana e tem aquele que está fazendo a cidade passar vergonha nacional. Isso depois do escândalo AMA-Comurb, do mensalão, do petrolão e do assalto ao dinheiro dos velhinhos.
6. Há duas coisas que unem toda a esquerda brasileira, do PT ao PSOL, do PCdoB aos isentões da mídia: o amor à ideologia de gênero e o ódio à Escola Sem Partido. Eles poderiam formar uma legenda só: PUM (Partido Único dos Militantes).
7. Se vocês sete aceitam três dicas de leitura, aqui vão: a página "Caneta Desesquerdizadora", no Facebook; os textos (todos os textos, inclusive os livros) do crítico literário Rodrigo Gurgel; e este poema do Padre José Kentenich, escrito clandestinamente no campo de concentração de Dachau:
Tudo o que levo em mim,
o que suporto,
o que digo e o que arrisco,
o que penso e o que amo,
os méritos que obtenho,
o que dirijo e conquisto,
o que me causa sofrimento e alegria:
o que sou e o que tenho,
te ofereço como dom de amor
para a fonte santa de graças
que do Santuário brota cristalina,
para inundar as almas
dos que dão a Schoenstatt o seu coração
e encaminhar bondosamente para lá
os que, por misericórdia, queres escolher;
e para que frutifiquem as obras
que consagramos à Santíssima Trindade.
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