Imagem ilustrativa da imagem Mais giz, menos censura
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Todos aqueles que amam a ideologia de gênero e odeiam a Escola Sem Partido deveriam esquecer suas diferenças perfunctórias e se agrupar sob uma mesma legenda: a do PUM (Partido Único dos Militantes).
Numa coisa eu concordo plenamente com o pessoal do PUM: de fato, não existe doutrinação ideológica nas escolas brasileiras. Doutrinação pressupõe a existência de várias correntes teóricas, a serem apresentadas e comparadas entre si. O que existe é lavagem cerebral, é engenharia social, é uma ditadura imposta por uma elite de militantes travestidos de professores, que querem empurrar goela abaixo de nossos filhos uma visão única de mundo, teleguiada pela esquerda marxista e globalista. Mais do que tudo, o PUM odeia a civilização e o cristianismo. Ou seja, odeia a própria estrutura da realidade.
Há uma corajosa minoria de professores e alunos que têm reagido a essa ditadura pedagógica; e há uma grande maioria de professores e alunos que se calam por medo de represálias. Àqueles, devemos apoiar com toda energia; a estes, devemos clamar para que saiam do armário da omissão. A visão paulofreiriana de escola como palco da revolução socialista, que nos conduziu aos piores índices educacionais do mundo, só conseguiu tamanho poder porque a maioria ficou em silêncio. Para desespero do PUM, isso está começando a acabar.
Nas salas de aula dominadas pelo PUM, Jesus Cristo é apenas um companheiro de boas causas sociais; Che Guevara, um matador perverso, é o novo São Francisco de Assis; Mao Tsé-tung, o maior assassino de todos os tempos (com 70 milhões de mortes nas costas), é um guerreiro da paz e da liberdade; e o atentado às Torres Gêmeas foi cometido pela "extrema-direita". Você vai suportar calado que o seu filho tenha a mente moldada por mentiras semelhantes?
Sei perfeitamente do que estou falando, porque na minha juventude também passei pelas mãos de professores do PUM. Com exceção dos colégios católicos que frequentei na infância, onde obtive uma sólida formação ética, complementar à de minha família, passei por alguns professores que na realidade queriam formar militantes políticos, não educar indivíduos livres. No ensino médio e na universidade, eles atingiram o objetivo de me transformar em um convicto esquerdista. Foram necessários muitos anos de estudo e exame de consciência para que eu me libertasse das ilusões marxistas e materialistas. Não quero que meu filho e o seu filho, amigo leitor, passem pelo mesmo sofrimento.
Na universidade pública brasileira, especialmente na área de humanas, a dominação do PUM é quase completa. O estudante sério só frequenta o ensino superior para conseguir diploma; a cultura e a educação, ele as encontra em outros lugares, quase clandestinamente. Mas, no ensino fundamental e médio, ainda é possível virar o jogo e impedir que a censura esquerdista (disfarçada de "diversidade") continue a tapar os olhos e os ouvidos das nossas crianças e jovens. As portas do inferno não prevalecerão: mais giz, menos censura!



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