São bastante conhecidas as cinco fases do paciente terminal, classificadas pela psiquiatra suíça Elisabeth Kübler-Ross: negação, revolta, barganha, depressão e aceitação.

O indivíduo que acredita no PT pode ser uma boa pessoa (não é a primeira vez que digo isso). Mas a coletividade petista, como uma grande máquina impessoal, já está condenada há muito tempo.

Hoje, com a denúncia contra o ex-presidente Lula, cumpre-se mais uma etapa do fim do PT. Uma etapa importantíssima, simbólica, histórica.

Já tivemos a fase da negação: Não vai ter golpe!

Já tivemos a fase da revolta: Fascistas não passarão!

Já tivemos a fase da barganha: Impeachment, mas sem punição.

Hoje, exatamente 15 anos depois das mortes dos prefeitos Toninho do PT e Celso Daniel, mitos fundadores da Era Petista, o ex-partido operário (hoje apenas partido do erário) entrará numa longa e tortuosa depressão.

E chegará o dia em que aceitará a verdade. Lá a seu modo, mas aceitará.

Vamos convir: para os chefões do partido que destruiu o país em nome de um projeto de poder, cadeia é a justiça mínima a ser feita. Adeus, PT.

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