Imagem ilustrativa da imagem Conservadores, uni-vos!
| Foto: Paulo Briguet



Até pouco tempo atrás, quase todo mundo tinha medo de ser conservador. Agora a situação mudou: depois do que a esquerda fez com o Brasil e com a vida dos brasileiros, ser de direita virou motivo de orgulho. Vergonha é ser esquerdista.
Tenho plena convicção de que a civilização só terá futuro se seguir as lições de três cidades: Atenas, Roma e Jerusalém. Atenas, na filosofia de Sócrates, Platão e Aristóteles. Roma, na tradição do direito e da fé. Jerusalém, na moral e na espiritualidade judaico-cristã. São essas cidades do homem que vão conduzir à Cidade de Deus, de que falava Santo Agostinho.
Graças à crise gerada pelo PT, os conservadores e liberais brasileiros estão "saindo do armário". Saem do armário onde estavam escondidos com medo das mentiras e dos preconceitos disseminados pelos ideólogos esquerdistas. Depois que a esquerda revelou sua verdadeira face — essencialmente corrompida — e sua verdadeira meta — a destruição da sociedade civil e econômica —, as pessoas descobriram o potencial libertador que existe em acreditar no bem, na beleza e na verdade.
Outro dia fui abordado por alguém no supermercado:
— Você não é aquele Paulo Briguet que escreve no jornal?
— Sim.
— Obrigado! Meu nome é Marcello, sou um de seus sete leitores. Graças a você e ao Olavo de Carvalho, vi que não estava sozinho. Eu era de direita e não sabia.
— Você não está sozinho, Marcello. A maioria absoluta do povo brasileiro pensa igual a você. Somos milhões e milhões de conservadores.
Dias antes, meu amigo Silvio Grimaldo, que trabalha com Olavo, ouviu do carteiro que lhe entregava livros e correspondências:
— Esse Olavo de Carvalho mora aqui em Londrina? É aquele da internet?
Silvio respondeu:
— Sim, é ele mesmo. Mas ela não mora aqui, mora nos Estados Unidos. É que ele compra livros pela internet e manda entregar aqui. Aí eu levo pra ele.
— Diga ao Olavo que eu sou o maior fã do trabalho dele!
— Pode deixar.
Nesta semana, eu e o Silvio fomos visitar o nosso amigo Cláudio Tedeschi, um empresário que gosta muito de ler. Recebemos este belo presente: um exemplar da Declaração de Independência e da Constituição dos Estados Unidos da América.
O livrinho é tão pequeno que cabe no bolso. Tem apenas 58 páginas e representa um grande passo na história da civilização. Menor e mais importante que ele, só o Sermão da Montanha, que ocupa não mais que algumas páginas da Bíblia. Cláudio nos disse:
— Outro dia me chamaram de conservador. Agora eu pergunto: como é possível não ser conservador diante das coisas eternas?
Depois da conversa com o Cláudio, tomei um café e abri o livrinho. Lá está escrito:
"Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, entre os quais a vida, a liberdade e a procura da felicidade".
Conservadores do mundo, uni-vos!

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