Imagem ilustrativa da imagem EDITORIAL - Os 50 anos de um patrimônio do Paraná
| Foto: Roberto Custódio

Os números são grandiosos. Em 1,5 milhão de metros quadrados estão espalhados 300 salas de aula e 800 laboratórios que abrigam professores, estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e servidores. A UEL (Universidade Estadual de Londrina) nasceu na Fazenda Santana, chamada de Fazenda Perobal, devido ao número grande de perobas-rosas que haviam no espaço. Isso, sem contar as unidades fora do campus.

Esses e outros detalhes do nascimento da UEL são contados no Jornal Notícia, que é encartado nesta edição de FDS da Folha de Londrina (2 e 3 de outubro) e se completa com o conteúdo especial que a FOLHA preparou para marcar a abertura das comemorações dos 50 anos do reconhecimento da universidade, que será completado em 7 de outubro.

É com muito orgulho que a FOLHA abre as comemorações do Jubileu de Ouro da UEL por meio dessa parceria inédita, com o jornal interno da universidade chegando à comunidade encartado na Folha de Londrina.

O conteúdo produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social da UEL se completa com as reportagens produzidas pelos jornalistas da Folha de Londrina. O Notícia trata dos aspectos históricos, de personagens, dos números e estrutura da instituição. Já as 12 páginas especiais da FOLHA mostram o presente e o futuro da universidade que formou mais de 83 mil profissionais - entre eles, muitos dos jornalistas que passaram pela Redação da FOLHA.

O resultado dessa parceria você vê nesta edição, nas versões impressas e online do jornal e o orgulho do resultado desse trabalho remete ao comprometimento da Folha de Londrina, nos anos 1960 e 1970, para a criação da UEL. Na época, o fundador da FOLHA, João Milanez, se empenhou, junto com outras lideranças da cidade, em campanhas e reivindicações para tornar real o sonho da universidade estadual. Uma das fotos históricas mostradas pelo Notícia, retratando autoridades em visita às obras do campus, traz o "patrão" Milanez e o primeiro reitor da UEL, Ascêncio Garcia Lopes.

A universidade influenciou no desenvolvimento das vocações de Londrina e no perfil que a cidade apresenta para o país e o mundo. Se não fosse a UEL, Londrina não seria uma cidade universitária. Saúde, agronegócio, construção civil, tecnologia, artes e cultura - são tantas as marcas que ela imprimiu no município...

E que nunca sejamos ingratos. A UEL ajudou o Norte do Paraná a superar muitas dificuldades. A última crise, indiscutivelmente, é a da Covid-19. Impossível vencer a pandemia sem o incansável apoio dos professores, alunos e funcionários da universidade.

Que a cidade continue fazendo a parte dela, lutando pela autonomia da instituição, apoiando o ensino público e contribuindo para pelo desenvolvimento desse patrimônio do Norte do Paraná.

Parabéns, UEL!

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