VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Segunda-feira, 26 de Junho de 2017
Folha 2
12/12/2010

Legado de pai para filho

‘Tron: O Legado’ chega ao Brasil na próxima sexta-feira e une duas gerações de fãs que cresceram vendo quadrinhos, filmes e videogames

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois
Marcos Borges
Marden Machado e seu filho Philip: influenciado pelo pai, o jovem também se interessou cedo pela tríade cinema-quadrinhos-videogames
Reprodução
‘Tron’ (1982) foi o primeiro filme a utilizar efeitos especiais baseados totalmente em computação gráfica de forma tão intensa
Divulgação
Novo filme: exibição em 3D e efeitos visuais mais avançados

Bem antes da trilogia Matrix, da sensação Scott Pilgrim ou das animações de última geração da Pixar, um filme tornou-se um marco por unir pela primeira vez a linguagem e o mundo dos videogames e quadrinhos no cinema. ‘‘Tron: Uma Odisséia Eletrônica’’ foi um fracasso comercial, mas virou um cult movie, especialmente às vésperas da chegada da sequência, mais de 18 anos depois do original. ‘‘Tron: O Legado’’, estreia, com cópias 3D, no próximo final de semana e une duas gerações de nerds.
  ‘‘Foi aquele tipo de filme que, mesmo na época, a impressão era de que já era sobre um videogame muito avançado, até porque a referência que a gente tinha era o Atari’’, lembra o jornalista e crítico de cinema Marden Machado, de 47 anos, que, na época de ‘‘Tron: Uma Odisséia Eletrônica’’, tinha 20 anos.
  No filme original, escrito e dirigido por Steven Lisberger em 1982, o engenheiro de softwares Kevin Flynn (Jeff Bridges) vê seu trabalho ser roubado por um colega e decide se voltar contra sua corporação, como vingança. Só que ele acaba sendo tragado para o mundo virtual que costumava programar. Orçado em US$ 17 milhões, o longa teve desempenho aquém do esperado, com arrecadação de US$ 33 milhões, até porque teve um duelo direto com o público de ‘‘E.T., O Extraterrestre’’.
  ‘‘Na época não gostei muito do filme, mas achei bonito. É que na mesma época teve outros filmes bem interessantes, como o ‘Jornada nas Estrelas 2: A Ira de Khan’, ‘Highlander’, ‘Exterminador do Futuro’, ‘Blade Runner’ e outros’’, lembra Marden. ‘‘O ‘Tron’ se antecipou e foi numa época que acho que as pessoas ainda não estavam preparadas para criar uma ponte com os videogames. Não conseguiu ter retorno financeiro porque, além de pouquíssima gente ter curtido, tínhamos salas de cinema que estavam em ruínas, não havia o merchandising que há hoje.’’
  No entanto, ‘‘Tron’’ inovou ao ser o primeiro a tratar o tema de videogames com certa seriedade e a utilizar efeitos especiais baseados totalmente em computação gráfica de forma tão intensa. ‘‘A Pixar deve muito ao Tron. Porque muitos dos efeitos que hoje usam na animação começaram lá atrás’’, reflete Marden.
Claudio Yuge
Equipe da Folha
Continue lendo
9
Assine a Folha de Londrina
EDITORIAS
PolíticaGeralMundoCidadesEconomiaEsporteFolha 2OpiniãoFolha MaisEleições 2016Índice de Notícias
SEÇÕES
ChargeColunistasIndicadoresTempoHoróscopoEdição DigitalGaleria de FotosClassificadosCadernos EspeciaisPromoçõesLoterias
SEMANAIS
Folha GenteCarro & CiaImobiliária & CiaSaúdeEmpregos & ConcursosFolha CidadaniaNorte PioneiroMercado DigitalFolha RuralReportagemCozinha & Sabor
CLASSIFICADOS
VrumLugar CertoFolha ClassificadosDiversos
SERVIÇOS
ComercialArquivoCapa do ImpressoExpedienteClube do AssinanteFale ConoscoAviso LegalPolítica de PrivacidadeTrabalhe ConoscoQuem SomosGuia GastronômicoAssine Já!
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados