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Reportagem

Faturamento que 'respinga' em outros segmentos

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Se você tem uma empresa em Londrina e nunca se atentou ou olha com certo preconceito para o mundo sertanejo, pode ser que já tenha perdido dinheiro. Não é brincadeira. O rebuliço que o segmento causou na cidade nos últimos dez anos "respingou" positivamente em diversos setores. Negócios que surgiram tímidos hoje têm faturamentos representativos e empregam muita gente. O sertanejo fez o negócio girar, e muito! Desafio o leitor ao acessar o site a agência de marketing e comunicação ICOMP, aqui da cidade, e se surpreender. Quatro sócios que trabalhavam na Sercomtel/Ask que em 2001 resolveram abrir o próprio negócio.
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Hoje quem está a frente são dois empresários, Dhiego Augusto dos Santos Bicudo e Lúcio Mauro Marques. Eles têm 18 colaboradores e 130 clientes ativos, entre eles Fernando e Sorocaba, Luan Santana, Paula Fernandes e Michel Teló. Para cada um oferecem um tipo de serviço, desde cuidar de rede social até a divulgação de uma música. "Se não fosse o sertanejo, nem sei se estaríamos abertos. Conto na ponta dos dedos quem começou no mercado na mesma época que nós e sobreviveu", explica Dhiego.

A empresa nasceu e criava sites institucionais e também atendia o segmento do futebol. Em 2006 começa a história na música, com o primeiro cliente do sertanejo: Fernando e Sorocaba. "Desenvolvemos a logo, o site, a capa do CD. Depois veio o Luan Santana, que já estava no escritório do Sorocaba. Eles estavam começando". Aí, o negócio começou a ser mais direcionado e Dhiego percebeu que este setor poderia lhe dar um posicionamento nacional. "Nós fazemos o caminho do sucesso do artista, desde quando recebemos a música na agência. O nosso maior case é com a música ‘Ai Se Eu te Pego’, do Michel Teló".

Hoje a música representa 99% dos negócios do escritório, e ainda que o sertanejo seja forte, a empresa partiu para os mais variados nichos e conquistou artistas importantes, como Ludmilla, Gaby Amarantos e NX Zero. "Nossos próximos objetivos agora são conquistar um artista internacional e sempre investir em produtos que gerem receita recorrente. Temos um site, por exemplo, que funciona com uma guia contratante de artistas de todo o Brasil".
Leandro Bueno é proprietário da agência digital Yellow Media, desenvolvendo campanhas de curto e longo prazo, lançamentos de músicas em plataformas digitais, gerenciamento, entre outras ações. "Fazia home office e atendia 100% duplas sertanejas. O mercado cresceu bastante nos últimos anos e vi a necessidade de expandir e montar um negócio. Hoje a empresa conta com seis funcionários".
Bueno tem clientes que extrapolam esse "mundo" e consegue selecionar o que é mais interessante "pegar" do sertanejo, que representa 30% do negócio atualmente. "A grande maioria das pessoas que me procuram têm empresas de outros setores, conhecem uma dupla, e vem atrás da gente para um projeto. As nossas ações variam de R$ 1.500 a R$ 2.000 mensais. Tem muita dupla que inicia, em cinco meses já não tem mais dinheiro e o investidor já não aposta mais. De qualquer forma, sempre surgem esses clientes". (V.L.)
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