VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Imobiliária & Cia

Otimismo de volta à construção civil em 2017

Construtoras já sentem sinais de recuperação e a retomada da confiança do londrinense para investir em imóveis; a maioria prevê lançar novos empreendimentos este ano

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

O ano de 2016 não foi fácil para o mercado da construção civil. Assim como diversos setores da economia, o segmento sentiu os efeitos da crise. Demitiu muitos funcionários, "freou" os lançamentos, enfrentou pedidos de distratos e teve de fazer ajustes para atravessar o momento ruim. Apesar disso, a movimentação gerada pela entrega de obras na cidade foi grande. A construção de empreendimentos já previstos não foi interrompida e os prazos, de maneira geral, foram cumpridos. Passada a turbulência, as construtoras da cidade começam 2017 com perspectivas bastante otimistas.
PUBLICIDADE

O diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon Norte/PR), Olavo Batista Junior, destaca que, apesar de o setor começar o ano com um saldo negativo de empregos e ter sido o responsável por 25% das demissões em Londrina durante todo o ano passado, já é possível perceber sinais de recuperação. "A taxa Selic, que regula os juros no Brasil, está numa constante queda. Uma menor taxa de juros representa um aumento do ânimo das pessoas, que voltam a se arriscar em investimentos no longo prazo", afirma.

Outros pontos positivos são a inflação, que deve ficar muito próxima da meta em 2017, e o PIB, que tem perspectiva de crescimento neste ano. "Um fator que ainda nos preocupa bastante na construção civil, que é um segmento muito vinculado à mão de obra, é a taxa de desemprego. Para o mercado absorver todos os operários vai levar um tempo", avalia. Em todo o Brasil, 13% dos trabalhadores que perderam o emprego no ano passado atuavam em canteiros de obras.

Tais demissões ocorreram porque os empreendimentos previstos para 2016 foram entregues e não houve lançamentos na mesma proporção para absorver os funcionários. Londrina, segundo Batista, teve apenas dois lançamentos em todo o ano passado. "Para absorver toda a mão de obra que foi dispensada vamos levar de um a dois anos", calcula. O alto volume de distratos entre 2015 e 2016 também gerou um descompasso no setor. "Atrapalhou o ritmo de obra e o fluxo de caixa das empresas", aponta.

Mas a expectativa de negócios no setor imobiliário para este ano é boa. O diretor do Sinduscon destaca que, considerando que o ciclo da construção civil é longo – começa com a compra do terreno, lançamento, marketing, venda, construção e entrega -, o momento atual é favorável para lançamentos e compras na planta, já que estes imóveis só deverão ser entregues dentro de três anos, e as taxas de juros, até lá, estarão mais baixas.

Gustavo Carneiro
Gustavo Carneiro - Queda na taxa Selic e, consequentemente, nos juros dá novo ânimo ao mercado encorajando as pessoas a investimentos de longo prazo, como os imóveis
Queda na taxa Selic e, consequentemente, nos juros dá novo ânimo ao mercado encorajando as pessoas a investimentos de longo prazo, como os imóveis


ESTOQUE
O diretor do Sinduscon não arrisca falar em números de unidades disponíveis para a venda hoje em Londrina, mas afirma que a demanda e oferta de imóveis é bastante equilibrada na cidade. Segundo ele, se nada fosse lançado em 2017, o estoque atual se esgotaria em até 15 meses. Ele afirma que o momento ainda é do comprador e as construtoras, sem fazer "alardes", têm oferecido bons descontos e condições de pagamento nas negociações com os clientes. Os preços se mantiveram estáveis nos últimos dois anos, corrigidos apenas pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).
Amanda de Santa
Especial para a FOLHA
NOTÍCIAS RELACIONADAS
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO

PAINEL IMOBILIÁRIO

"Em regra, saldar a dívida do financiamento é a única forma de adquirir integralmente a posse e a propriedade do imóvel e, por consequência, o direito de usar e dispor dele livremente"

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Assine a Folha de Londrina
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados
HOSPEDADO POR
Hospedado por Mandic