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Folha Gente
15/04/2012

Entre a literatura e o mundo dos negócios

Escritora curitibana acaba de lançar seu primeiro romance e enfrenta novo desafio profissional na área de administração imobiliária

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Theo Marques
Bettina Muradás lançou na última semana em Londrina ''A Reportagem'' e já planeja outro livro: ''Queria escrever uma história focada em questões de dentro do Poder Judiciário''

Curitiba - Gisele Coelho é uma jornalista alta, magra, bonita e competente. Uma super-heroína paranaense que em busca de uma grande história viaja de Curitiba para os Estados Unidos buscando provas que a levem a desvendar um grande esquema de corrupção envolvendo empresários e políticos brasileiros. Em solo americano, a repórter investigativa encontra mais que provas de crimes de ''colarinho branco'' e vive um romance com o advogado contratado por ela para investigar os indícios de fraudes financeiras. Essa é a trama central do livro ''A Reportagem'', que acaba de ser lançado em Londrina pela jornalista curitibana Bettina Souza Muradás.
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Apaixonada por literatura noir, Bettina Muradás não poderia deixar de escolher uma personagem feminina sensual e enigmática para prender a atenção do leitor do seu romance de estreia, editado pela Novo Século com o selo Novos Talentos da Literatura Brasileira (R$ 34,90). Fã do escritor Dashiell Hammett, autor de ''O Falcão Maltês'', clássico do gênero noir, ela aproveita para fazer uma crítica ao lançamento e ao consumo desenfreado de títulos baseados em seres mágicos com poderes extraordinários. ''Hoje em dia tudo é universo paralelo. Deveria ter mais espaço para o nosso universo, que é ótimo e é muito rico'', afirma.
O gênero noir é aquele ambientado principalmente na década de 1940, que tem como foco um crime e personagens misteriosos e contraditórios, policiais corruptos, mulheres belas e de passado duvidoso e um detetive ''durão'' e maltratado pela vida.
''A Reportagem'' foi escrito muito tempo depois que Bettina já havia deixado o jornalismo e entrado para a atividade empresarial. Nascida em Curitiba, em 1962, ela cursou Comunicação Social na Universidade Federal do Paraná (UFPR), foi repórter e colunista nos jornais ''O Estado do Paraná'' e ''Correio de Notícias'' e na agência de notícias Singular. Também trabalhou como redatora e editora na Agência Publicitária Umuarama.
O ingresso à atividade empresarial começou como diretora da empresa da família, a Jatobá Pecuária, e no período em que esteve no posto contribuiu oara a conquista do tricampeonato como melhor fazenda criadora de gado Nelore do Brasil.®MDBU Atualmente, ela enfrenta um novo desafio na carreira profissional, a área de administração imobiliária.®MDNM
Em um agradável escritório no calmo bairro do Campo Comprido, Bettina Muradás recebeu a reportagem da FOLHA e contou que já sonha em escrever um próximo livro, que também teria um foco de mistério. ''Mas eu queria escrever uma história mais focada em questões de dentro do Poder Judiciário'', explica.
O livro ''A Reportagem'' foi escrito em três anos em um computador laptop que acompanha Bettina por onde ela vai. Não há um lugar específico para escrever, pode ser o escritório, o apartamento ou a casa de praia, entre uma atividade profissional ou familiar - Bettina Muradás é casada e tem um casal de filhos com idade de 15 e 19 anos. Por conta dessa vida agitada, ela acredita muito mais em talento e trabalho do que em inspiração.
O voluntariado é outra paixão de Bettina Muradás. Hoje, ela atua como presidente da Associação Alirio Pfiffer de Apoio ao Transplante de Medula Óssea. A entidade ajuda o Hospital de Clínicas (HC) da UFPR na busca de recursos financeiros para construção, reforma, compra de equipamentos e incentivo à pesquisa na área de transplante de medula óssea. ''Fazer um trabalho voluntário é muito prazeroso. Todo mundo deveria experimentar'', aconselha.
Adriana De Cunto
Equipe da Folha
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