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Folha 2
15/07/2017
RITMO

A percussão pelas ruas de Londrina

Alunos da oficina de percussão do 37º FIML saíram em cortejo pela cidade mostrando um pouco do que é realizado pelo projeto Pepeu

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Quem passou pelas ruas centrais e Calçadão de Londrina na manhã deste sábado (15) teve uma agradável e animada surpresa. Alunos da oficina de percussão do 37º Festival Internacional de Música de Londrina (FIML) saíram em cortejo pela cidade mostrando um pouco do que é realizado pelo Pepeu (Programa de Extensão em Percussão da Universidade Federal de Pelotas – UFPel) e dos instrumentos utilizados. Idealizado pelo Professor José Everton Rozzini, bacharel em percussão e mestre em Educação Musical pela Universidade de Santa Maria, o Pepeu, pioneiro na cidade de Pelotas, tem como um dos seus princípios criar um elo entre o curso e a cultural local, tramando comunidade e academia.
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Dito e feito. Por onde passaram, as pessoas se animavam, paravam para prestigiar, além de artistas locais que interagiam com o som produzido pelo grupo. "A ideia é democratizar a música levando às comunidades e, também, trazê-las para a universidade", diz Rozzini. O grupo em Pelotas é composto por cerca de vinte e dois músicos que tocam instrumentos de música popular e erudita. Aluno de licenciatura em Música na UFPel, Matheus Valente veio a Londrina para aprender no Festival e ensinar um pouco a outros participantes. "Conheci o Pepeu e me encantei. Desde então, comecei a participar das oficinas que realizavam. Foi o que me motivou a ingressar na universidade. Hoje, sou aluno e levo a música para várias comunidades pelo projeto", revela o jovem de 22 anos.

Professor de um projeto de percussão na cidade de Cianorte, Luiz Carlos dos Santos Junior, é um dos alunos da oficina e pretende levar o conhecimento para sua cidade. "Realizo um trabalho com crianças em situação de vulnerabilidade social. Nosso objetivo é, pela música, tirá-las da rua. Acredito nessa possibilidade e transformação porque eu fui uma dessas crianças 17 anos atrás. Ter contato com outras iniciativas e instrumentos vai me ampliar as possibilidades de trabalho." A comerciária Solange Oliveira, que olhava atentamente o grupo que passava, comenta que a cidade precisa de mais ações como essa. "Assistir a um grupo musical com pessoas talentosas dá outro astral para o nosso dia."

Além da cidade de Pelotas, o Pepeu desenvolve ações e projetos interinstitucionais com outras universidades brasileiras por meio de ações de extensão que possibilitem alcançar professores e alunos das escolas da rede pública de ensino, alunos de outros cursos e comunidade interessada na música de percussão. Durante o FIML, também serão ofertadas oficinas de percussão para escolas públicas e projetos sociais das cidades de Londrina e região. Na próxima quinta-feira (20), às 20h30, o grupo se apresenta no Teatro Ouro Verde como parte da programação artística. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 e podem ser adquiridos na bilheteria que fica no Royal Plaza Shopping. A programação completa do Festival pode ser conferida no site www.fml.com.br.
Marian Trigueiros / Reportagem Local
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