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Esporte
17/07/2017
CASO DE RACISMO

Torcedor pede perdão e Aranha agradece, mas mantém críticas a gremistas

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PontePress/FábioLeoni
PontePress/FábioLeoni

Muito vaiado pela torcida do Grêmio na derrota por 3 a 1, domingo, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em Porto Alegre, o goleiro Aranha, da Ponte Preta, recebeu uma mensagem de apoio em meio às provocações. Pai e filho exibiram nas arquibancadas da Arena do Grêmio um cartaz com os dizeres: "Aranha, o tempo passa, mas a dor não! Novamente, perdão por tudo! Somos a verdadeira torcida do Grêmio".
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Em agosto de 2014, quando defendia o Santos em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil, Aranha foi chamado de "macaco" e "preto fedido" por parte da torcida gaúcha. O clube gaúcho acabou excluído do torneio pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por causa do comportamento de seus torcedores.

No domingo, em entrevista ao canal SporTV, o goleiro agradeceu ao apoio da dupla de torcedores gremistas, mas manteve o tom crítico à maioria dos presentes na Arena. "É uma bela intenção. Quem escreveu o cartaz, de cara, você já vê que é uma pessoa diferente das outras que assistem ao jogo aqui. Infelizmente, o cartaz não reproduz a verdade. A maioria estava me vaiando, pegando no meu pé, e todo mundo sabe o motivo. Por isso, a maioria das entrevistas que eu dei aqui não foram falando sobre o jogo. Fico feliz de ver as atitudes, porque é assim que começa. Tem que semear coisas boas", disse Aranha.

Aranha, inclusive, reclamou do tratamento que recebeu da torcida. "Quando eu volto aqui, procuro não olhar para a arquibancada. Cada vez que eu olho, vejo ódio na cara das pessoas. Eles têm a certeza de que eu estou errado. É triste em um clube do tamanho do Grêmio ainda haver pessoas que vêm aqui atrapalhar, deixar o espetáculo feio", disse.

Domingo não foi a primeira vez que Aranha foi hostilizado pela torcida do grêmio em Porto Alegre. Em setembro de 2014, no primeiro jogo de Aranha na Arena do Grêmio após ter sido chamado de "macaco", o goleiro já havia sido xingado de "veado" e "filho da p...".
Agência Estado
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