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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
Economia
05/11/2014

Escassez de chuva em outubro preocupa agricultores

Clima seco atrasou o plantio de soja, milho e feijão e pode afetar o potencial produtivo da safra 2014/15

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RR Rufino/Embrapa Soja
Plantio de soja atrasou principalmente na região Norte, onde faltou chuva para a conclusão das atividades na lavoura

No Paraná, a combinação de chuvas esparsas e insuficientes com temperaturas acima da média no mês de outubro está preocupando os produtores, aponta relatório do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O documento, correspondente ao mês de outubro, foi divulgado ontem.
O clima seco já atrasou o plantio de soja, milho e feijão, principais grãos cultivados na safra de verão e isso pode afetar o potencial produtivo da temporada 2014/15. O relatório do Deral reflete essa preocupação com o clima, mas mantém a expectativa de colheita de 22,4 milhões de toneladas de grãos de verão, volume 9% acima do ano passado.
Em outubro, o plantio da soja ocupava 61% da área estimada, enquanto no ano passado, no mesmo período, o plantio já havia avançado em 73% da área estimada. O plantio na área de milho, por ser bem menor que anos anteriores, já deveria estar concluído, mas 93% da área estimada para a cultura foi semeada. "O retorno das chuvas poderá alterar esse quadro", disse o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni.
Das 22,4 milhões de toneladas previstas para serem colhidas neste ciclo de verão, o maior volume é de soja, com uma produção esperada de 17,21 milhões de toneladas - 18% acima do volume colhido no ano passado, que resultou em 14,6 milhões de toneladas. O plantio de soja ficou atrasado principalmente na região Norte, onde faltou chuva para a conclusão das atividades na lavoura. Em quase todas as regiões do Estado o ritmo de plantio foi lento.
"Muitas vezes o plantio foi feito no pó, porque os produtores aguardaram confirmação das previsões de chuvas que ou não se concretizaram ou foram insuficientes", informou o economista Marcelo Garrido, chefe da conjuntura agropecuária do Deral.

MILHO

A estimativa para o milho da primeira safra indica que a cultura vai ocupar uma área de 537.718 hectares - 20% menor do que a do ano passado, a menor área plantada com o grão nesse período do ano. A previsão de produção é de 4,64 milhões de toneladas - 15% a menos que no ano passado. "Essa produção só será confirmada se o potencial produtivo das lavouras manter a produtividade esperada, de 8,6 mil quilos por hectare", ressaltou a engenheira agrônoma do Deral Juliana Tieme Yagushi.
Segundo ela, as lavouras de milho sofrem com o clima seco porque há o agravante do aparecimento de pragas que podem comprometer o potencial produtivo das plantas. "A falta de chuvas favorece o aparecimento de lagartas, que elevam o custo de produção por causa do controle dos insetos", explicou.

FEIJÃO

Nas lavouras de feijão, o relatório do Deral demonstra que houve redução de 17% na área de plantio, em relação ao ano passado. Neste ano são 197 mil hectares na safra das águas. A expectativa de produção também cai de 402.374 toneladas para 367.524 toneladas - uma queda de 9%.
Segundo o engenheiro agrônomo do Deral Carlos Alberto Salvador os produtores reduziram a área plantada em função do excesso de oferta de feijão de anos anteriores, o que provocou queda nos preços de comercialização.

Trigo

Ao contrário dos grãos de verão, que sofrem com a escassez de chuva, o trigo, cereal de inverno, ainda em campo, foi prejudicado pelo excesso de chuvas no final de setembro. Cerca de 80% do volume de produção esperado já foram colhidos e a previsão de colher acima de 4 milhões de toneladas do grão não vai se realizar. Serão colhidas em torno de 3,86 milhões de toneladas. As chuvas comprometeram a produção. Ainda assim será um volume recorde no Paraná, mais do que o dobro em relação ao ano passado.
A área plantada com trigo cresceu de 1 milhão de hetares na safra 2013/14 para 1,36 milhão de hectares na atual safra. A previsão de produção é 105% maior - passando de 1,89 milhão de toneladas (ano passado) para 3,86 milhões.
"As regiões Sudoeste e Centro são as que mais sofreram com chuvas na colheita, que comprometeram a produtividade", informou o engenheiro agrônomo do Deral Carlos Hugo Godinho. Nas demais regiões, a situação foi normal.
Reportagem Local
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