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Economia
13/09/2017

Mercado financeiro

Bolsa e dólar sobem diante de inquérito contra Temer

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Moeda fecha em R$ 3,12
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O dólar chegou a subir mais de 1% nesta tarde de terça-feira, 12, e tocar o patamar de R$ 3,13, mas acabou fechando no nível de R$ 3,12. O movimento comprador foi intensificado depois que o ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito contra o presidente Michel Temer, cuja investigação mira o Decreto dos Portos, que teria favorecido uma empresa do setor. O temor do mercado, mais um vez, é de que o governo se enfraqueça e comprometa as reformas estruturais, sobretudo, a da Previdência. No mercado à vista, o dólar fechou em alta de 0,72%, aos R$ 3,1276. O giro financeiro somou US$ 1,65 bilhão. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1054 (+0,01%) e, na máxima, aos R$ 3,1371 (+1,02%).

Ibovespa chega a 74.538,55 pontos
A notícia da autorização para abertura de inquérito contra o presidente Michel Temer no STF impôs um freio à euforia do mercado brasileiro de ações na tarde desta terça-feira, 12, deflagrando movimentos localizados de realização de lucros. O Índice Bovespa fechou em alta de 0,30%, aos 74.538,55 pontos, depois de ter subido até os 75.332,22 pontos (+1,36%). Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, a maior alta foi de Ambev ON (+3,70%), seguida por Cemig ON (+3,56%) e Natura ON (+3,04%). Já Fibria ON (-2,51%) Ecorodovias ON (-2,45%) e Gerdau Metalúrgica (-2,44%) foram as principais quedas. Petrobras ON e PN subiram durante o dia, mas inverteram a tendência após a notícia do STF e terminaram o dia com perdas de 0,77% e 0,80%, respectivamente. Banco do Brasil ON recuou 1,15%. Com o resultado de hoje, o Ibovespa passa a contabilizar alta de 5,23% em setembro e 23,76% em 2017.

Taxas de juros fecham em baixa
Os juros encerraram a terça-feira, 12, em baixa moderada nos vencimentos de curto e médio prazos, em reação à ata do Comitê de Política Monetária (Copom), e com viés de alta na ponta longa, refletindo a alta do dólar e o cenário político, atento ao noticiário que possa pesar contra o governo e, assim, atrapalhar o andamento da reforma da Previdência nesta retomada das discussões. Ao final da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (274.540 contratos) fechou com taxa em 7,645%, de 7,660% no ajuste de segunda-feira; o DI para janeiro de 2019 (401.610 contratos) tinha taxa de 7,64%, de 7,68% no ajuste anterior; a taxa do DI para janeiro de 2021 (204.710 contratos) subiu de 8,99% para 9,02%. A taxa do DI para janeiro de 2023 (52.365 contratos) terminou em 9,65%, de 9,61%.

Ata do Copom sem novidades
Já a ata do Copom trouxe poucas novidades em relação ao conteúdo do comunicado divulgado após a reunião da semana passada, endossando a sinalização de que, caso o cenário básico do Copom evolua conforme esperado, uma redução no ritmo de corte, que foi de 1 ponto na semana passada, deve se mostrar adequada na próxima reunião. Com isso, a aposta majoritária precificada na curva a termo permanece sendo a de redução da Selic em 0,75 ponto e 0,50 ponto porcentual, nos encontros de outubro e dezembro. No entanto, alguns analistas acreditam que a possibilidade de novo corte de 1 ponto não pode ser descartada. "O BC, embora tenha reforçado a sinalização de que cenário base contempla redução moderada no rito de cortes, deixou a porta aberta, preservando o grau de liberdade para volta a reduzir o juro em 1 pp, porque já foi surpreendido anteriormente", disse o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno.
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